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PUC-SP diz que obras devem ficar prontas em 2 anos e que meta agora é realocar os alunos

Redação

31 Maio 2011 | 15h51

Felipe Mortara, especial para o Estadão.edu

Conforme o Estadão.edu informou ontem,  a reforma que será realizada no prédio da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes (Faficla) da PUC-SP ainda causa bastante polêmica e dúvidas entre os alunos, que marcaram duas assembleias para esta terça-feira.

Na tarde da última segunda-feira, o reitor Dirceu de Mello recebeu cinco alunos, representantes dos Centros Acadêmicos Benevides Paixão e Clarice Lispector, para responder perguntas sobre as obras no campus Perdizes. A reunião foi solicitada pelos próprios estudantes.

A PUC -SP publicou nota ressaltando que neste momento ‘os esforços estão concentrados em realocar professores, alunos e funcionários, de modo a não prejudicar atividades acadêmicas e administrativas’.

O informativo reitera que ‘está sendo verificada a possibilidade de utilizar imóveis no entorno do campus Perdizes’ para evitar maiores transtornos. Porém, não deixa claro onde ficarão alocados os alunos dos cursos afetados.

Segundo a reitoria da PUC-SP, a modernização prevê a demolição do que hoje existe no espaço e a construção de três novos prédios, de oito andares cada, com garagem subterrânea. A universidade deu dois anos de prazo para a conclusão dos trabalhos e garantiu que os recursos já estão captados.

Leia a nota na íntegra:

Nos próximos dias, a PUC-SP inicia a total modernização de uma área do seu campus em Perdizes, entre as ruas Monte Alegre e Cardoso de Almeida, com saída para a rua João Ramalho.

O espaço que passará pelas obras é sede, atualmente, da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes (Faficla). No local, funcionam nove cursos de graduação e um de pós-graduação, além de setores administrativos.

A modernização prevê a demolição do que hoje existe no espaço e a construção de três novos prédios, de oito andares cada, com garagem subterrânea. A obra será efetuada em etapas e levará dois anos no total. Para a primeira fase, de demolição completa e início das obras, os recursos financeiros já estão encaminhados.

Segundo a Reitoria da PUC-SP, neste momento os esforços estão concentrados em realocar professores, alunos e funcionários, de modo a não prejudicar atividades acadêmicas e administrativas. Com o intuito de minimizar os impactos da mudança, está sendo verificada a possibilidade de utilizar imóveis no entorno do campus Perdizes.

O primeiro novo prédio a ser construído é o que estará voltado para a rua Cardoso de Almeida, onde há previsão de existir uma estação de Metrô.