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Professores do Objetivo avaliam prova da Unesp

Redação

14 Novembro 2010 | 20h41

Duas questões com problemas, uma prova tradicional e abrangente, e um nível de dificuldade médio e semelhante aos anteriores foram os ingredientes da prova de hoje da Unesp, na avaliação dos professores do Objetivo. Confira, na mesma ordem da prova:

Português. Para o professor Nelson Dutra, a prova manteve a tradição e foi “muito adequeada”. O vestibulando tinha que ser um bom leitor, atendo-se menos à gramática. Os textos foram mais literários que o ano passado.

Inglês. Há uma questão sem resposta, segundo o professor Wellington Pimentel. “O examinador atualizou o texto da questão 30, sobre casamento homossexual,” conta,  “mas não atualizou as alternativas de resposta”. De resto, a prova teve nível médio de dificuldade e cobrou apenas interpretação de texto.

História. O professor Vinícius Carneiro de Albuquerque destacou as interessantes questões 31 e 28, sobe história da arte. “Foi uma prova sem surpresas”, disse. Cobriu temas clássicos da história geral e do Brasil.

Geografia. A professora Vera Lúcia Antunes disse que a prova foi trabalhosa, com textos e alternativas longos, mas não difícil. Para ela, o fato da prova ser colorida, algo que a Unesp faz pela 2ª vez, aumenta muito a qualidade das questões, tornando melhor a interpretação dos mapas.

Filosofia. O professor José Maurício Mazzucco gostou da prova. Destacou as questões comparativas, como a 58, que compara um texto de auto-ajuda com um trecho de Fernando Pessoa.

Biologia. Para o professor Constantino Carnelos, a prova manteve o nível do ano passado. “Uma prova bonita, que vai selecionar os melhores candidatos”.

Química. O professor Sérgio Teixeira Bignardi detectou problema na questão 71. “A ilustração induz ao erro, pois mostra um carbono pentavalente, algo que não existe mas é mencionado na alternativa E”, explica. Se o aluno entende que a ilustração é verdadeira, a questão fica com duas respostas possíveis.

Física. Para o professor Ricardo Helou Doca, a prova foi amena, com nível “de fácil para médio”. Os cálculos cobrados foram simples. “Mas a questão 79, sobre prismas, foi ruim, com ilustrações exageradas, quase caricaturescas”.

Matemática. O professor Gregório Krikorian achou a prova bem elaborada, sem problemas de enunciado.  Apesar de serem só sete questões, algumas exigem mais cálculo, o que pesa numa prova tão grande.

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