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Professores do Etapa consideram prova de hoje parecida com a de 2009

Redação

07 Novembro 2010 | 21h25

De acordo com professores do Etapa a prova foi exigente, mas bem formulada. “De uma forma geral continua igual nos temas, mas se multiplicou em relação ao formato antigo. A prova está evoluindo. Tem tudo para substituir bem os vestibulares das federais”, acredita o professor Edmilson Motta, coordenador geral do curso e colégio Etapa.

Ele acredita que se o dia de hoje teve algo positivo, foram as provas de língua estrangeira, tanto inglês como espanhol. “Avalia competência de leitura de texto, que é muito importante para compreender um artigo ou uma revista em língua estrangeira quando o aluno estiver numa universidade”, ressalta.

Já para Simone Ferreira Gonçalves da Motta, professora de redação do Etapa, o tema de dignidade, trabalho e escravidão foi muito bem escolhido. “Era um assunto com muita ‘cara’ de redação do Enem. São sempre temas em que se discute atualidade e algo da vida do cidadão”, afirma. Ela acrescenta que é um tema recorrente, pois já caiu trabalho infantil. “No entanto, hoje se discutiu trabalho sobre outro ponto de vista. Para ajudar tem até ditado popular ‘o trabalho enobrece e dignifica o H’”, acredita.

De acordo com o coordenador, um problema que as questões de matemática enfrentam é a pouca abrangência. “Tem apenas geometria básica, álgebra básica e uma grande valorização de analise combinatória, probabilidade e estatística. Foi uma prova repetitiva e chata de fazer”, diz Motta. “A de língua portuguesa estava muito extensa, com texto irrelevante para resolução. Alguns enunciados diminuíram, mas não da maneira significativa como poderia. Poderia utilizar um único texto para 3 questões”, avalia.

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