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Professores do Cursinho da Poli avaliam provas deste domingo

Redação

23 Outubro 2011 | 21h01

Matemática

Para o professor Eduardo Izidoro, as questões foram tranquilas, mas talvez tenham pecado no excesso de ilustrações sobre a aplicação da matéria no cotidiano dos alunos. Ele afirma que ao optar por contar histórias longas, aumenta-se a probabilidade de confusão do aluno na interpretação sobre a questão.”Não é necessário que as contextualizações sejam tão extensas, pois fica muito cansativo”, disse. Segundo Izidoro, apenas a questão 168 da prova amarela pode deixar o aluno em dúvida sobre a resposta por não especificar se falava de massa ou volume.

Língua Portuguesa

De acordo com Cristiane Bastos, professora da disciplina no cursinho, a prova deste ano veio dentro das expectativas. Por outro lado, os enunciados estavam mais simples e diretos que no ano anterior. Cristiane comentou que a avaliação cumpriu seu papel dentro do que se propôs a fazer quanto à interpretação de textos e foi positiva ao enxugar o texto das questões.

Redação

Segundo a professora Eclícia Pereira, o tema escolhido este ano foi interessante pela proximidade com o dia a dia dos candidatos. O que chamou sua atenção foi que, ao contrário dos anos anteriores, os alunos tiveram de elaborar uma proposta de conscientização e não de ação social. “Essa foi uma opção muito inteligente, pois força o aluno a sair da simples conclusão de que temos de nos conscientizar e pronto; os argumentos precisam ser mais fortes”, afirmou Eclícia.

Espanhol

O nível de dificuldade da prova de espanhol foi considerado entre médio para fácil pelo professor André Valente. Assim como em 2010, as questões poderiam ser resolvidas a partir de uma leitura global. “Para encontrar as respostas os candidatos precisavam apenas dar uma lida no texto, nada muito complicado. Mesmo sem conhecimento avançado do idioma, era possível fazer a prova”, disse. Valente lamentou a pobreza nos gêneros textuais abordados na prova. “Todos eram de caráter informativo. Seria mais interessante se tivessem abordado a língua também em quadrinhos, ficção ou qualquer outro gênero ao invés de ter se limitado a textos jornalísticos”,opinou.

Inglês

Para Alexandre Bacci, a prova deste ano foi bem escrita e exigiu um nível de conhecimento mais alto que nos anos anteriores. “Embora tenha focado mais na interpretação de textos e deixado de lado a gramática, acredito que a prova estava adequada para qualquer candidato que tenha se preparado”, afirmou.

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