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Para professores da Poli, história estava altamente complexa, mas química foi fácil

Redação

11 Janeiro 2010 | 18h58

Os professores do cursinho da Poli Fábio de Sá Cavalcanti, de história, e Márcio Ferreira de Novaes, de química, consideraram as provas com níveis de dificuldade diferentes. Para Cavalcanti, conteúdo estava complexo. Em química, questões eram mais fáceis do que nos dois últimos anos.

“Caíram assuntos clássicos, como as grandes navegações, a expansão marítimo-comercial, o imperialismo, a história moderna. Os alunos não tiveram dificuldade em responder aos itens A de cada questão, mas nos itens B apareceram conteúdos muito específicos”, disse.

Cavalcanti destaca a questão 16, sobre a expanção marítima europeia. “Eles pediam a diferença entre o domínio do império português no oriente e no ocidente. Se o aluno não tiver esse conhecimento específico, sentiu dificuldade em responder”, falou.

O conteúdo de química baseou-se em artigos científicos publicados na Revista Fapesp. Para Márcio Ferreira de Novaes, este ano foi mais fácil que dos últimos dois vestibulares da Unicamp.

“Acho que os vestibulandos tiveram mais tranquilidade em relação ao tempo”, destacou. “Não havia cálculos muito complicados. Algumas questões o aluno conseguia tirar a resposta da própria qestão, então não deu para zerar. Pelo menos dois itens de duas questões puderam ser resolvidos assim”, afirmou.