O Enem foi um terror
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O Enem foi um terror

Redação

09 Dezembro 2009 | 07h27

“Fiz o Enem na Universidade São Judas, na Mooca. Foi um terror. Gente chegando atrasada, confusão na porta, fiscais despreparadas. Eu não gostei.

Na minha sala faltaram 42 pessoas de 88. No domingo, mais duas. No sábado os que ficaram para fora fizeram barulho e protestos até umas 15 horas. Ouvi sirenes de polícia, buzinas de carros. Atrapalhou um pouco. Não vou dizer que fui mal no Enem por causa disso, mas desconcentra.

Eu não sei o que aconteceu com essas pessoas. Ou o cartão de confirmação deles estava errado, ou o meu estava. Porque eu sabia que horas deveria chegar. Achei uma falta de respeito o barulho que eles fizeram. Saí de casa às 9 horas para não me atrasar. E entrei às 12h30. Só fui começar a fazer a prova às 13h30.

Outro sinal de despreparo do Enem foi a postura das fiscais. Cada uma queria fazer uma coisa. No primeiro dia, deixaram a gente sentar onde quisesse, mas depois não conseguiam distribuir as provas de uma maneira que as cores não coincidissem entre os alunos que estavam próximos. No domingo, mandaram a gente sentar em uma fila sim, outra não. Depois, pediram para que quem estivesse atrás sentasse na frente. Reclamei. Elas disseram que era porque queriam contar quantos alunos tinham na sala. MAs por que não viram na lista de presença?

Eu só fiz o Enem porque é a primeira fase da Unifesp e eu quero muito passar lá. Achei a prova mais difícil do que a divulgada pelo MEC depois do cancelamento. Mas acho que fui bem.

Na Fuvest, não deu para passar para a segunda fase. Já sabia pela correção da minha prova. Mas acertei no bolão do cursinho, disse que a nota cairia para 74, 75… Nesse chute eu fui certeira.

Comemorei com minhas amigas a aprovação delas. Duas das que me acompanharam o ano todo do cursinho passaram para a segunda fase de Medicina Veterinária e Odonto. Foi bem legal.”