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Matemática, Química e Geografia na Fuvest foram bem abordadas, diz Cursinho da Poli

Redação

10 Janeiro 2012 | 21h50

As provas de matemática, química e geografia do terceiro dia da segunda fase da Fuvest foram consideras pelos professores do Cursinho da Poli bem elaboradas. A prova de matemática foi taxada como tradicional pelo professor Alessandro Menezes, que leciona a disciplina no Cursinho da Poli. “As questões foram esperadas e os assuntos bem distribuídos”, declarou ele. Porém, a questão número 4 não foi bem formulada e apresentou um erro no enunciado. “A pirâmide de base quadrada não é um tetraedro”, afirmou o professor.

Já a de química foi considerada mais fácil em relação a do ano anterior, de acordo com Hamilton Bigatão, professor da disciplina no Cursinho da Poli. “Estava mais acessível para o aluno”, declarou. Para ele, a cobrança de conceitos de química não foi tão grande, pois muitas das questões apresentavam situações na qual o aluno precisava entendê-las e responder. Entre os temas, ficou surpreso por cair velocidade em mais de uma questão. “Isso não costuma acontecer em provas da segunda fase da Fuvest”, afirmou ele.

A prova de geografia foi mais difícil do que a do ano passado, segundo o professor Rui Calaresi, que leciona a disciplina no Cursinho da Poli. Para ele, os temas foram bem escolhidos e focavam principalmente atualidade. O professor só sentiu falta de alguma questão mais clássica sobre grografia física, que cobrasse relevo, clima ou geologia, por exemplo. “Não havia nenhuma questão específica de geografia física”, afirmou o professor.

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