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Karla Lopez, Call to Innovation FIAP

Redação

03 Julho 2012 | 10h20

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O primeiro dia começa com Rob Nail, CEO da Singularity University pedindo nossa permissão: O seu cérebro vai ser reprogramado nas próximas 10 semanas, tudo bem com isso?

Nas próximas 10 semanas, junto com todos os alunos do Graduate Studies Program 2012, serei exposta a pessoas e ideias que tem como objetivo resolver grandes desafios mundiais como pobreza, alimento, água, energia entre outros. A expectativa é dar as ferramentas necessárias para que os 80 alunos possam impactar positivamente 1 bilhão pessoas nos próximos dez anos. Ambicioso, não?

O dia continua com um pouco da história do NASA Ames Research Center, que atrai cerca de 1.000 estudantes por verão, com 20 túneis de vento, 3 simuladores de voo, aviões e telescópios.

O diretor do curso David Roberts explica como são feitas as avaliações do programa, baseada em apresentações Ignite e projetos em grupo, além de avaliação de participação individual.

Robyn Singuette nos apresenta o Autodesk Innovation Lab, laborátorio com impressoras 3D e outras máquinas dignas de ficção científica, o espaço que mais desperta a curiosidade dos alunos.

A tarde conhecemos algumas das empresas que nasceram nos programas anteriores, como a Scanadu, que pretende tornar o monitoramento de saúde tão simples quando checar e-mails, e a Made in Space, que constrói máquinas para fabricar coisas em gravidade zero, ou seja, no espaço.

Quase metade dos alunos foram selecionados por competições de projetos de impacto global, como o Call to Innovation promovido pela FIAP – e que me trouxe aqui! Todos estão comprometidos com a mudança na forma de pensar, de ver o mundo e de como causar impacto positivo na sociedade. E foi isso que fizemos! Essa manhã nós assumimos, junto com a Singularity University, o compromisso de mudar o mundo.

Se ‘reprogramar’ ao lado de pessoas como Yori Kamphuis, que nos últimos 5 anos precisou se reprogramar e reaprender a ler, contar, andar e falar, por conta de uma lesão cerebral causada por um acidente de carro, ou Federico Pistono que, com 27 anos, terminou de escrever um livro sobre ‘como os robôs vão roubar o seu trabalho, mas vai ficar tudo bem’ promete ser uma experiência incrível e estou muito feliz em fazer parte desse grupo.

Agradeço à FIAP e a SU pela oportunidade que promete ainda mais novidades ao longo das próximas semanas!

http://www.fiap.com.br/