Estudantes protestam, mas não fazem beijaço gay
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Estudantes protestam, mas não fazem beijaço gay

Carolina Stanisci

04 de maio de 2010 | 19h49

Estudantes da USP, organizados pelo Diretório Central de Estudantes (DCE), se dirigiram, no final da tarde de hoje, para a frente da Faculdade de Farmácia da USP.

A ideia era protestar contra a atitude homofóbica de um folhetim publicado pela faculdade. Em “O Parasita”, havia um texto dizendo que quem jogasse “merda” em homossexuais ganharia convites para uma festa. O fato gerou polêmica e até investigação policial.

 

Estudantes protestam contra homofobia na Farmácia-USP

Estudantes protestam contra homofobia na Farmácia-USP

 

Por isso, o DCE resolveu fazer o ato e convocou estudantes para participarem. “Queremos promover o debate da homofobia na universidade”, diz Natalie Drumond, de 23 anos, membro do DCE. Natalie está no 3º ano de Geografia da USP.

Ao final do evento, havia a promessa de um beijaço gay – que não aconteceu.  “Não era uma iniciativa do DCE, foi uma coisa espontânea que começou a rolar na internet.”

O importante, segundo a estudante, foi ter colocado a discussão da homofobia na pauta. “Queremos que o reitor preste atenção nisso e que as punições sejam mais rápidas e eficazes.”

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