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Prova cobrou mais conteúdo, diz candidata a bolsa do ProUni

Redação Estadão.edu

23 Outubro 2011 | 13h15

*Por Mariana Mandelli

Gilcleine Barbosa, de 17 anos, que está prestando o Enem na Unisa, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo, acha que a prova está cobrando mais conteúdo. “Precisava ter embasamento e havia até assuntos que eu não estudei”, reclamou, referindo-se ao exame de ontem.

Aluna do 3.º ano do ensino médio, Gilcleine diz que se preparou para responder a temas de atuais, mas a prova de história cobrou assuntos bem específicos do currículo do ensino médio, como República Velha e Colonialismo. Ela se inscreve no exame para conseguir bolsa do ProUni e cursar Educação Física. 

Denise Silva, de 17 anos, faz pela primeira vez o Enem, e diz que a prova do primeiro dia estava razoavelmente fácil. “Eles pensaram no aluno de ensino médio, cobraram conteúdos compatíveis com o que foi ensinado na escola.”

Segundo Denise, a prova de Humanas tinha mais interpretação e a de Ciências da Natureza exigiu cálculos. A estudante está no 3.º ano do ensino médio e quer vaga em Direito em alguma federal. Caso não consiga, vai tentar bolsa pelo Prouni.

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