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Estudante reclama de falta de espaço para contas no Enem

Redação

22 Outubro 2011 | 18h09

* Por Cedê Silva, Especial para o Estadão.edu

SÃO PAULO – A calçada em frente ao câmpus da Unip na Rua Vergueiro, zona sul, lembra um domingo de eleição. Só que, em vez de santinhos, propagandas de cursinhos pré-vestibulares cobrem o chão. Foi deste cenário que o estudante do Etapa Fabrício Galleti, que faz o Enem pela terceira vez, comentou a prova. “Estava mais elaborada do que nos anos anteriores. Cobrou mais conteúdo e não apenas a interpretação de textos. As edições anteriores não selecionavam o candidato que realmente estudava: bastava interpretar o texto.”

Para Fabrício, o grau de dificuldade foi moderado, exceto nas questões sobre biologia. “O nível era muito baixo”, comentou. Segundo ele, os testes de física cobraram muitos conceitos e poucas contas. Apesar disso, o estudante reclama que faltou espaço de rascunho para os cálculos. “E amanhã vai ser pior, porque tem matemática.”

Fabrício quer usar a nota do Enem para compor a pontuação final do vestibular de Medicina da Unifesp. Ele também prestará Fuvest este ano.

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