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‘Dava pra colar se eu quisesse’, diz candidata de São Paulo

Redação Estadão.edu

22 Outubro 2011 | 16h19

* Por Cedê Silva, especial para o Estadão.edu

SÃO PAULO – Os candidatos no câmpus Paraíso da Unip, na Rua Vergueiro, têm diferentes avaliaçoes sobre a atuação dos fiscais de prova. “Dava pra colar se eu quisesse”, diz Ingryd Paiva, de 16 anos, que prestou Enem como treineira. “A prova não estava tão difícil quanto eu esperava, mas também não foi fácil”. Ingryd pretende tentar uma vaga no Curso Audiovisual na USP. Mês que vem, vai prestar a Fuvest, também como treineira, na carreira de Humanas.

Gabriel Fonseca, de 25 anos, elogiou atuação dos fiscais de prova. Ele faz o Enem pela terceira vez para tentar uma vaga em Medicina pela Unifesp. Também vai tentar o mesmo curso na Fuvest e Unicamp.  “Caiu bastante texto, mas achei um pouco mais fácil que ano passado”. O maior medo de Gabriel é a prova de matemática de amanhã. Para o tema da redação, ele aposta em globalização ou internet.

Os alunos do Colégio Objetivo Gustavo Kastrub e Fernando Correia falavam da grande concentração de homônimos na sala de prova. Gustavo, que quer cursar Direito na USP, estava fazendo Enem apenas para treinar. “Foi mais fácil do que eu esperava, especialmente as questões de ciências da natureza”, conta. “No colégio só dão as questões mais difíceis pra gente”.

Fernando, de 15 anos, está no segundo ano do ensimo médio e também prestou seu primeiro Enem. Para redação, concorda com o palpite de Gustavo sobre a crise financeira de 2008.

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