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Candidatos reclamam de prova difícil e taxa de inscrição de R$ 130

Redação Estadão.edu

25 Novembro 2012 | 18h26

* Por Sandro Villar, especial para o Estadão.edu

Os candidatos que prestaram o vestibular da USP na Faculdade Toledo, em Presidente Prudente (SP), acharam a prova difícil e também reclamaram da taxa de R$ 130 cobrada pela inscrição. Um total de 1.495 jovens se inscreveram, uma boa parte do Paraná, Mato Grosso do Sul e cidades paulistas. “Achei difícil, mas achei também que poderia ser mais difícil. Matemática e  Química são as matérias mais difíceis. O preço da taxa é caro, a maioria cobra R$ 90”, comenta Bruna Maris, de 19 anos, moradora de Maringá (PR). Ela  prestou o segundo vestibular este ano e quer estudar Artes Cênicas.

Outro paranaense, Gabriel Ubiali, de 17 anos, residente em Londrina, também reclamou do valor da taxa: “É bem alta a taxa”. O sonho dele é ser meteorologista. Já o sul-matogrossense Gustavo Girotto Franqui Rocha, de 17 anos, morador de Nova Andradina, acredita que irá para a segunda fase em janeiro de 2013. “A minha esperança é acertar 70 das 90 questões. Sei que é difícil, há muitas questões para resolver em pouco tempo”, lamenta.

Por sua vez, a estudante Gabriela Campbell, de 16 anos, residente em Presidente Prudente, participou hoje do seu quarto vestibular este ano, desembolsando R$ 300. Ela concorre ao curso de Medicina, o mais procurado. E defende o “funil” do vestibular: “O funil é justo porque beneficia os mais preparados e com maior capacidade”, avisa. E preparo é o que a candidata Stefhanie Morales, de 17 anos, reconheceu que ainda não tem. “Acho que não passo (para a segunda fase), faltou estudar mais, a minha professora é ruim de ensino. A prova estava “pesadinha” (difícil), principalmente a de Química”, afirma. Moradora de Presidente Epitácio, a jovem sonha com a carreira de engenheira mecânica.

Preparo. Sobre as reclamações dos candidatos de que a prova é difícil, o coordenador do vestibular da Fuvest em Presidente Prudente, Carlos Alberto Penatti, de 62 anos, observa que falta preparo. “Depende da preparação de cada um, quem está preparado vai achar a prova fácil. Acha (a prova) difícil quem não está preparado”, diz. Ele lembra que as 90 questões “são relativas ao que o candidato estudou no ensino médio”.  O professor Penatti é o coordenador da Fuvest desde 1995.

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