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Candidatos avaliam que prova de inglês da Fuvest estava fácil

Redação

27 de novembro de 2011 | 18h25

* Por Rose Mary de Souza, especial para o Estadão.edu

CAMPINAS – O vestibulando Murillo Pellegrini, de 18 anos, tenta a carreira de  Marketing e achou dificil a área de exatas da prova da primeira fase da Fuvest. Já a sua amiga Larissa Aragão, de 19, tenta Engenharia Química e achou dificil a área de humanas. Os dois concordam apenas em um ponto:  inglês estava fácil. “Qualquer pessoa que se preparou para a prova foi bem”, analisou.

A candidata Daiane Gomes de Menezes, de 22 anos, tenta Terapia Ocupacional  e também não encontrou dificuldades em inglês.  “Estava fazendo Nutrição e tranquei no começo do ano. Quero mudar de curso e é muito díficil. Na faculdade, não tem, por isso tive que encarar a Fuvest pela primeira vez”, contou.

Marina Borges, de 17, candidata à Fármácia, acha que o inglês já faz parte do universo do brasileiro,  por isso há essa familiaridade com a língua no Brasil. “Já é quase uma outra língua por aqui”, disse, lembrando que várias expressões estão incorporadas no cotidiano das pessoas.   “Não me matei de estudar”, afirmou a jovem, que ainda cursa o último ano do ensino médio e sonha com uma vaga. Ela também prestou na Unicamp. “Estou tranquila. Se eu não passar, no ano que vem eu me preparo melhor”.

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