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Candidato do PR alega queda de moto e leva atestado médico, mas fica de fora

Redação Estadão.edu

22 Outubro 2011 | 13h50

* Por Evandro Fadel

CURITIBA – Entre os pelo menos dez estudantes que chegaram atrasados no Bloco Amarelo na PUC de Curitiba, local de prova de mais de 13 mil inscritos no Enem, o mais revoltado era Erick Castro, de 19 anos. Ele chegou correndo com cerca de um minuto de atraso. Trazia atestado de um hospital de que precisou receber atendimento médico em razão de um acidente de motocicleta, ocorrido por volta das 11h30. Os fiscais não chegaram nem a ver o documento.

“A gente estuda, se prepara, e acontece isso”, lamentou Erick. Ele disse ter caído da moto por causa de dois fios de luz soltos na Rua Doutor Muricy, no centro da cidade. O estudante afirmou que sofreu escoriações no joelho e bateu a clavícula. Saiu às 12h35 do hospital, pegou um táxi, mas não conseguiu chegar a tempo. “E ainda vou gastar R$ 500 no conserto da moto”, lamentou Erick, que pretendia utilizar a nota do Enem para o vestibular de Educação Física na Universidade Federal do Paraná.

Daniela Costa, de 21 anos, também chegou atrasada e reclamou que não havia ônibus disponíveis na frequência prometida pela prefeitura de Curitiba. Rodrigo Junior Nascimento, por sua vez, errou o local da prova. Deveria ter ido ao Colégio Hildebrando Araújo, no Jardim Botânico, mas acabou chegando atrasado na PUC, no Prado Velho, bairro vizinho.

 

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