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Anglo considera nível da prova médio e aponta erros de digitação

Redação

07 Novembro 2010 | 21h54

O professor de português do Anglo Eduardo Calbucci considera que o nível da prova foi médio. Ele critica os textos longos que fazem parte o enunciado. “É praticamente um texto por questão, e às vezes eles são muito longos. E há questões em que o aluno não precisava nem ler o texto para responder”, afirma ele. “Os textos não são explorados como deveriam.”

No entanto, elogia a variedade de gêneros utilizados pelas questões. “Eles usaram charges, textos jornalísticos e literários, o que é muito bom.” Para o professor, o tema da redação foi adequado e apresentou uma proposta concisa, nos padrões do Enem.

Calbucci também notou erros de digitação em algumas questões. “Houve também erros de pontuação, o que prejudica a leitura dos alunos. Parece que falta revisão”, afirma.

Para o professor de matemática Roberto Jamal, a prova do Enem foi bem elaborada e explorou vários tópicos importantes, como porcentagem, probabilidade, funções, geometria, trigonometria e álgebra em geral. “Os enunciados foram precisos. Podemos considerar o teste como um modelo de prova muito bom para quem quer ingressar na faculdade. Parabenizo o Enem”, diz.

Segundo a professora de Inglês Sirlene Aparecida Aarão, da mesma instituição, a prova da língua foi como se esperava, com questões que exigem leitura e interpretação. Foram cinco textos diferentes, sendo cada um de um gênero. “A prova foi bem feita”, afirma.

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