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‘A novidade foram as seis questões de filosofia’, afirma coordenador do Etapa

Redação

14 Novembro 2010 | 20h25

Para o professor Edmílson Motta, coordenador geral do curso e colégio Etapa, a novidade da prova da Unesp foram as seis questões de filosofia, basicamente de interpretação de texto. “O que mais surpreendeu o aluno logo de cara, foi a presença de uma interpretação de texto envolvendo o diálogo de Platão”, conta. “Era apenas texto, mas na questão 2 deveria saber o que era um sofista, e isos deve ter dado um susto em boa parte do alunos”, opina.

Segundo ele, a maior parte da prova foi ‘tradicional’, com português e inglês focados em textos, leitura e interpretação. Em história afirma ter se tratado de ‘uma prova com cara bem estabelecida, abrangente e bem montada’, que envolve texto, gravuras e interpretação. Já em geografia, diz que o foco foi parecido, mas com nível de dificuldade mais baixo.

“Em ciência foi uma prova bem tradicional, focada em avaliação de conteúdo. Questões de complexidade média para baixa, em que a contextualização não foi tão cobrada. É a prova que menos surpreendeu”, diz.