Autonomia no currículo garante competitividade no Enem

Autonomia no currículo garante competitividade no Enem

Oficina do Estudante

07 Dezembro 2018 | 12h41

Por Juliano Sanches
E-mail: imprensa@oficinadoestudante.com.br

O currículo do Colégio e Curso Oficina do Estudante está estabelecido conforme as necessidades de cada aluno. A formação continuada de professores, o acompanhamento individual e os plantões de dúvidas contribuem para que o perfil do estudante esteja no centro das ações.

Segundo o ministro da Educação, Rossieli Soares, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2021, contará com a escolha de área do candidato no segundo dia de prova, por meio dos chamados itinerários formativos. Por outro lado, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), a Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae) e a Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope) repudiam as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, por parte do Conselho Nacional de Educação (CNE).

A diferença das instituições particulares está na capacidade de ir além, por meio de uma filosofia de trabalho em sintonia com as demandas da vida contemporânea. Segundo o diretor pedagógico do Colégio e Curso Oficina do Estudante, Antunes Rafael, os estabelecimentos de ensino privados devem levar em consideração os pressupostos acadêmicos utilizados pelos vestibulares federais e estatuais de maior prestígio no país. “É necessário haver um equilíbrio entre as disciplinas ofertadas e os conteúdos obrigatórios. Na medida em que a dinâmica ultrapassa os referenciais pré-concebidos sobre os quesitos exigidos, é possível entregar ao aluno um rico arcabouço de habilidades e saberes acumulados, capaz de superar as exigências dos vestibulares mais disputados do país”, defende.

A proposta de alteração atende aos critérios propostos pelas novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio, homologadas pelo Ministério da Educação (MEC). Na primeira avaliação, os itens dever estar em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Com as mudanças sugeridas, há uma prerrogativa de homogeneidade quanto ao ensino. No entanto, a capacidade de propor uma agenda com mais liberdade nas intervenções, em que o aluno passe a ser o protagonista, é o destaque da abordagem do Colégio.