Alunos são protagonistas em desafio de matemática

Alunos são protagonistas em desafio de matemática

Oficina do Estudante

14 Junho 2018 | 17h39

Por Juliano Sanches

E-mail:imprensa@oficinadoestudante.com.br

Os estudantes do Colégio e Curso Oficina do Estudante participam nesse mês do desafio “Canguru de Matemática Brasil”. A iniciativa busca engajar de forma irreverente, o que se soma à dedicação ao longo dos períodos de preparação para as avaliações. No total, 55 alunos recebem a premiação. Na lista, aparecem 18 medalhistas de bronze, 5 de prata, 5 de ouro e 27 de mérito.

Durante a modalidade, há uma série de testes com níveis que vão do básico ao avançado. A proposta está em consonância com à Association Kangourou Sans Frontières, que surgiu na França, em 1991, inspirada em um projeto australiano a respeito da disciplina.

Com dinâmicas de tentativa e erro, o diálogo entre o professor e o aluno favorece a geração de uma cultura prática com relação ao conhecimento, o que se converte em elencar a simbiose entre aquilo que se absorve e os fatos pelos quais se tem curiosidade. A descoberta do prazer na aprendizagem é conquistada por meio de recompensas, ou seja, sensações de gratificação.

 

Incentivo é combustível para os neurônios

Para os alunos fazerem a diferença, os professores do Colégio, Anderson Bigon Antunes Rodrigues (Bill), Edmilson Rossini Júnior e Solange Aparecida Giorggetti acompanham cada atividade. A busca pela fluência no campo passa a pautar outras áreas da vida. Os resultados agregam valor na tomada de decisão.

Quando se observa as pesquisas sobre o tema, a medicina reitera a capacidade de neuroplasticidade do cérebro, o que resulta em uma ampliação do potencial de geração de resposta à diversidade de situações. A estratégia é o abandono de uma pedagogia centrada na repetição e, por consequência, uma abertura para a vivência focada em propósito.

Ao se nascer, não há um rótulo pré-definido acerca de ser propenso a caminhos como exatas, humanas ou biológicas. Na medida em que se passa por uma sequência de estímulos, as aptidões ganham forma. Combate-se o medo quanto à disciplina por meio de um discurso alinhado às necessidades de interação.

A formação de memórias a respeito do conteúdo se desenvolve pelo raciocínio voltado para seleção de padrões, em detrimento do olhar crítico.

Se ao receber o exercício, entrega-se um clima de ansiedade, a desmotivação acaba por sabotar o processo.

É preciso ter expectativa para se envolver com um problema. Se não há um desejo por trás de uma etapa, tende-se a esvaziar a possibilidade de cumpri-la.