G – GMAT baixo não é um problema!
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G – GMAT baixo não é um problema!

Paula Braga

04 Julho 2016 | 14h41

A última semana foi bastante interessante…nunca havia recebido tantos Whastapps com carinhas de choro em um período tão curto.  Reflexo da crise? Do Brexit? Do açúcar estar sendo considerado o novo vilão das dietas?

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Nada disso.

O motivo para tanta tristeza é o tal do GMAT.  Devido à aproximação da primeira fase de inscrições para as universidades estrangeiras, os candidatos a MBA estão agora correndo atrás de seus pré-requisitos, sendo o GMAT um dos mais temidos.

E não tem jeito.  Enquanto os essays (redações) são sujeitos a interpretações, o GMAT é simples e direto.  Após meses de estudo e três horas e meia de prova, você obterá uma nota.  E é nesse momento que começa a enxurrada de mensagens com emoticons desolados.

Muitos candidatos consideram uma nota aquém do ideal um problema.  Um enorme problema.

E o que fazemos quando temos problemas?  Essa é fácil.  Nós sofremos.  Nós ficamos bravos.  Nós nos sentimos incapazes, derrotados, impotentes.  Burros.  Criamos racionalizações.  Desculpas.  Buscamos um culpado (eu mesmo, o outro, a situação).

E o que se sentir assim ocasiona?  Se sentir pior ainda. E assim dá-se inicio a um maravilhoso ciclo vicioso.

Encarar situações como problemas é um atraso de vida.

Uma forma alternativa de encarar uma nota baixa de GMAT (ou estar acima do peso, ou não ter conseguido o emprego/namorada/etc) é que você tem um gap.  Simples assim.  Há um gap entre onde você está e onde você gostaria de estar.

Um gap não é algo emocionante.  Não suscita as emoções que geralmente vem acopladas a “ter problemas”.  Um gap suscita uma necessidade de criar um plano de ação.  Simples assim.

Se você não tirou a nota necessária ainda, significa que há um gap entre sua nota atual e a nota desejada.  Qual o plano de ação?  Quais estruturas você vai criar para se manter nesse plano de ação?  Quem pode te ajudar nesse empreitada?  Como você vai celebrar cada objetivo intermediário atingido?

Não precisa acreditar em mim.  Tente você mesmo.  No seu dia-a-dia, quando se pegar sofrendo por algum “problema”, pergunte-se: “qual o gap aqui?”, e veja o que acontece.

 

Obs (mensagem exclusiva a meus clientes lindos): Podem continuar me mandando as mensagens com as carinhas tristes. Usaremos isso como um ponto de partida para identificar qual o gap e que ações tomar a partir daí.  Assim transformaremos 🙁 em 🙂

emoticon piscada