Alunos analisam a qualidade da água no Colégio Marista Glória

Alunos analisam a qualidade da água no Colégio Marista Glória

Colégio Marista Glória

07 Abril 2017 | 18h17

Em 2015, também na cidade de São Paulo, houve uma grande crise hídrica e redução no fornecimento de água. Pensando em como contribuir para a economia de água, o Colégio Marista Glória buscou fontes alternativas e seguras de abastecimento.

 

O solo do Colégio foi estudado por uma equipe especializada que o identificou como muito rico em minerais e encontrou um aquífero a 94 metros de profundidade. Essa reserva de água garante uma característica única em teor mineral, sem o tratamento com altos níveis de sulfato de alumínio e cloro.

Aula - Análise da Agua 01 (3)

No início deste ano, com a supervisão do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de SP (DAEE – SP),  foi construído um poço artesiano para garantir o abastecimento de água constante e de qualidade durante todo o período letivo.  Da mesma forma, foi implementada uma estação de tratamento de água (ETA) com filtros, controle de pH e cloração, a fim de garantir o atendimento de todas as especificações técnicas e a potabilidade da água servida no Colégio.

 

Segundo o diretor, Ascânio João Sedrez, desde o final de março, o colégio passou a ser abastecido pela água da estação de tratamento construída.  “O processo é constantemente fiscalizado e a qualidade controlada, sendo assim, temos uma água segura e em perfeitas condições de consumo”, explica.

 

Para mostrar para os alunos sobre a potabilidade da água do poço artesiano no Colégio, a professora de Ciências, Natália Palermo, realizou uma análise no laboratório com os alunos dos 6ºs anos que já estavam estudando recursos naturais em sala de aula.

 

“Como dizer para um aluno que temos que aplicar cal na água para corrigir o pH, porque ela fica ácida? Isso não faz sentido pra ele, então para estruturar o pensamento precisamos permitir que o aluno verifique a água que ele toma, se é ácida ou não, traçar um comparativo entre o que ele percebeu da água com o que ela apresenta. Para  assim ponderar sua qualidade e,  com a prática de laboratório, complementar o que aprendeu em sala de aula”, explica Natália.

 

Os alunos fizeram a análise dos aspectos da água como o cheiro, gosto e aspecto.  Eles utilizaram um copo descartável com água, uma fita indicadora de pH e uma solução indicadora para análise do cloro nas águas da Sabesp, do bebedouro e mineral.

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A professora revela que as análises de pH e cloro realizadas nas águas apresentaram variações.  A água da Sabesp apresentou o maior resíduo de cloro em comparação à do bebedouro, enquanto a mineral não apresentou cloro em sua composição.

 

“Com base nas análises feitas em aula, no laboratório e pela empresa que conduziu o processo do nosso poço artesiano: nossa água é potável, de qualidade e bem manipulada em sua estação de tratamento”, afirma a professora.

 

Contribuímos, desta forma, com a cidade, complementando os sistemas de abastecimento já existentes e atendemos a indicação da própria Sabesp para os grandes consumidores.

 

Ecologia, cidadania e conhecimento científico dão as mãos no Colégio Marista Glória!

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