VIII Congresso do Instituto Cultural Lourenço Castanho

VIII Congresso do Instituto Cultural Lourenço Castanho

Escola Lourenço Castanho

01 Junho 2016 | 15h19

Educadores de escolas públicas e particulares apresentaram 649 trabalhos, distribuídos em 164 diferentes sessões, nesse importante espaço para registro e troca de práticas e vivências dos docentes.

Foram apresentados 16 trabalhos por professores da Escola, sendo eles da Educação Infantil até Ensino Médio.

A sessão 52 foi apresentada no primeiro bloco de sessões e expôs projetos do Laboratório de Criação da Escola. A pedagoga Gilcemara Pereira, da escola Meu Castelinho, defendeu que a atualização profissional é muito importante. “Tem muitas coisas para aprimorar nas escolas, em relação a esse novo trabalho [espaços maker]. É uma novidade que muitas não têm por falta de estrutura. Eu participo desde o III Congresso e a cada ano eu pego um tema diferente, gosto muito daqui. ”

Um dos trabalhos apresentados na sessão 82 teve como título “Neurociência na escola. Conhecer esse assunto faz diferença na hora de aprender? ”. Segundo a professora que apresentou a prática letiva, Adriessa Aparecida dos Santos, “…os alunos entendem por si mesmos que são capazes de aprender qualquer coisa. Nós temos infinitas possibilidades de percorrer caminhos diferentes por meio de nossos neurônios, por isso o aprendizado é sempre efetivado”. Nesta mesma sessão, foi apresentado pelo professor Eduardo Campos do Colégio Oswald de Andrade, o projeto de Oficinas que também existe na Lourenço Castanho.

Três alunas da Oficina de Comunicação da Escola, munidas de crachás de Imprensa, realizaram a cobertura do evento no Facebook, divulgando vídeos e entrevistas. Paula Priore, comentou sobre essa experiência: “Eu vim para cá [Congresso] pensando que seria bem tranquilo, mas é uma correria! Estamos indo de um lado para o outro para gravar, então é mais difícil do que eu pensava. Mas é um desafio que vale a pena. É uma coisa que mesmo que dê tanto trabalho, no final do dia você fica feliz por ter feito. Até um tempo atrás, antes de começar a Oficina de Comunicação, eu queria fazer Medicina. Mas comecei a pensar melhor sobre isso, porque trabalhar com texto, com pessoas, é muito legal!”

Em entrevista às alunas da Oficina de Comunicação da Escola Lourenço Castanho, Beatriz Bim e Maria Luiza de Oliveira Jorge, o diretor Alexandre Abbatepaulo, quando perguntado sobre a evolução do Congresso ao longo dos anos, disse que o sucesso do evento se deve a “não ser um congresso teórico e sim, o único congresso de práticas. ” Em outra entrevista, a aluna Paula Priore conversou com a representante da Microsoft no evento,  Julciane Rocha, que falou do trabalho da empresa voltado à formação dos professores. “A formação mostra como a tecnologia pode estar na sala de aula ajudando o professor a ganhar tempo e ajudando o aluno a aprender melhor”. Confira aqui a integra das entrevistas.

Além das sessões, várias atrações receberam os educadores durante todo o Congresso. As escolas técnicas FECAP, Liceu e Centro Paula Souza trouxeram alunos para apresentar, nos estandes das instituições, trabalhos por eles realizados. O SENAI também marcou presença com seu espaço Nonomundo, um laboratório itinerante de nanotecnologia, enquanto alunos do curso técnico de Regência da ETEC Artes apresentou o espetáculo musical “Acalantos”.

Confira na página do Facebook do ICLOC fotos e vídeos do evento. E abaixo, acesse a versão digital do livro do VIII Congresso. Se preferir, pode baixar a publicação clicando 

Documento

.