Feira de Troca de Livros estimula leitura e o compartilhamento entre estudantes

Feira de Troca de Livros estimula leitura e o compartilhamento entre estudantes

Do Colégio

23 Outubro 2015 | 12h05

Um livro que já foi lido por você e que está guardado em casa pode ser muito útil para outra pessoa. Com essa ideia, o Colégio Liceu Santa Cruz realizou no dia 08 de outubro, como parte das comemorações da Semana da Criança, a 1ª Feira de Troca de Livros.  O projeto tem o objetivo de estimular entre os alunos o compartilhamento de leituras que tenham sido prazerosas, trazendo alegria, estimulando emoções e incentivando a leitura.

Alunas trocam livros no Liceu Santa Cruz. Foto: Divulgação

Alunas trocam livros durante a feira no Liceu Santa Cruz. Foto: Divulgação

“Queremos trabalhar a construção do leitor, facilitando o acesso a novos títulos, partilhando conhecimento e experiências, além de ser um conceito sustentável”, comenta a diretora do colégio Mirna Eloi Suzano.

O evento envolveu todos os 244 alunos da Educação Infantil, Fundamental I e II do Colégio. Cada livro entregue vinha com um bilhete feito pela pessoa que o entregou explicando porque aquela história havia sido importante para a sua vida. Alguns alunos trocaram mais de um livro. “A iniciativa foi importante também porque pudemos explicar aos alunos o conceito da troca, mostrando a importância de partilhar o que você tem e receber o que é do outro”.

Alunos felizes com os novos livros. Foto: Divulgação

Alunos felizes com os novos livros. Foto: Divulgação

Os alunos aprovaram a experiência e o Liceu já está programando outra Feira de Troca de Livros para o final do ano. O projeto também será ampliado para outras séries e, segundo Mirna, a escola planeja organizar a 1ª Feira de Troca de Brinquedos. “As crianças têm muitos brinquedos, e grande parte deles acaba abandonada, causando problema de espaço em casa – sem esquecer que muitas vezes surge entre as crianças a necessidade constante de comprar novos. Muito mais do que trocar brinquedos que já não interessam como antes, a experiência é enriquecedora por dar novos significados a objetos antigos, e afirmar que as relações não precisam ser pautadas na compra”, completa a diretora.