Combate à pobreza menstrual ganha espaço no ambiente escolar

Combate à pobreza menstrual ganha espaço no ambiente escolar

Jorge Barbosa, especial para o Estadão

29 de outubro de 2021 | 19h27

A pobreza menstrual atinge estudantes mais pobres do ensino fundamental e médio, tendo conexão direta com a evasão em escolas públicas. Uma realidade com a qual a diretora Edicleia Pereira Dias entrou em contato em 2012, ao notar que algumas meninas sempre faltavam às aulas na mesma época do mês, na  Escola Municipal Cosme de Farias, na periferia de Camaçari, na Região Metropolitana da Bahia.

Edicleia Pereira Dias, diretora de escola em Camaçari, na Bahia. Foto: Arquivo pessoal

 

Essa história de descoberta de uma situação grave e também de luta para combater o problema foi relatada por Priscila Mengue, do Estadão, na reportagem A Diretora que Descobriu o Motivo de Alunas Faltarem Todo Mês: a Pobreza Menstrual. A matéria ainda apresenta o Banco de Absorventes, o projeto que a professora Edicleia ajudou a criar para garantir a doação desses itens de higiene tão necessários a pessoas que menstruam.

A reportagem foi publicada logo depois que outro acontecimento ganhou projeção no noticiário, no início de outubro: o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de Lei que garantia a oferta de absorventes para estudantes de baixa renda.

“A equipe da sucursal de Brasília do Estadão nos enviou uma notícia de que o presidente Jair Bolsonaro havia vetado o Projeto de Lei 14.214 de distribuição de absorventes para a população de baixa renda”, lembra a repórter Priscila Mengue. “Começamos a pensar em como qualificar e complementar esse conteúdo. Nesse momento, sugeri ao meu editor para contar a história que eu já conhecia sobre uma diretora de Camaçari, que percebeu que a pobreza menstrual era um dos motivos da alta evasão escolar.”

As discussões sobre a pobreza menstrual e os impactos que a falta de absorventes e de banheiros adequados nas escolas trazem, assim como o veto presidencial, podem instigar os alunos em sala de aula. Seja para abordar aspectos de saúde ou os problemas de saneamento básico no País. A temática pode ser trabalhada nas Ciências Naturais, Humanas e Exatas, além de discutida no contexto das Linguagens e Educação Midiática.

No vídeo a seguir, a jornalista Priscila Mengue conta os bastidores da sua reportagem que retrata a trajetória da diretora Edicleia Pereira. Para Priscila, um ponto que marcou o processo de apuração da matéria foi uma fala da diretora a respeito da conexão entre a falta de acesso dos absorventes com a falta de saneamento básico. “Tem uma declaração da Edicleia que foi bem importante, de que por trás de uma menina sem absorvente existe uma menina que não se alimenta direito, que às vezes não tem água encanada em casa, e uma família enfrentando as mesmas dificuldades.”

 

 

Tabu nas famílias

A ginecologista e especialista em reprodução humana Larissa Maciel Ribeiro defende como fundamental para a saúde que exista uma educação a respeito da menstruação. Na opinião dela, o assunto ainda é considerado tabu nas famílias. A médica pondera que os diálogos na juventude costumam ocorrer no contexto de prevenir uma gravidez, muitas vezes desconsiderando a questão do autocuidado.

“Quando uma adolescente deixa de ir para a escola ou em eventos sociais por causa da menstruação, isso causa problemas emocionais e psicológicos, sobretudo prejudicando o seu desenvolvimento pleno e cognitivo”, afirma a ginecologista. “A educação integral com intersexualidade, incluindo a educação menstrual, precisa de uma discussão mais ampla, não apenas com o enfoque na prevenção de gravidez, mas também como uma ferramenta para que os estudantes conheçam o próprio corpo, bem como o seu ciclo menstrual.”

Professora de Licenciatura Indígena e de Biologia para o ensino médio do Instituto Federal da Bahia (IFBA), Cristiane Tessmann também orientou um projeto de distribuição de absorventes na escola em que trabalha, em 2019. Para ela, o assunto pode ser trabalhado no início do ensino fundamental. A professora considera de grande importância a participação de meninas e meninos, para que o processo educativo aconteça de maneira ampla e não-sexista.

“Temos de pensar em uma abordagem que toque os meninos. Isso é um fenômeno social que acontece com mulheres envolvendo o círculo desses meninos também, como a irmã, a mãe ou suas primas”, explicou a professora. “Precisamos pensar em trabalhar isso muito cedo. Há uma preocupação com a linguagem, visto que os pais podem reclamar a respeito disso.”

Tema é abordado no projeto Aquele Assunto, para adolescentes. Ilustração: Erick Correia

 

Em sala

O momento ideal para abordar o assunto em sala de aula não é um consenso entre os professores. Mas todos afirmam que a questão da  pobreza menstrual não é tratada da forma necessária.

A professora de geografia do Colégio Pentágono Luana Lasincki Marum Tarábola explicou que a pobreza menstrual se expressa também no território e nas questões socioeconômicas. Para Luana, além do desafio entre os pais, existe também a dificuldade por parte dos professores em trabalhar com o tema.

“A menstruação faz parte do ciclo saudável e isso precisa ser entendido desde quando a criança ainda é pequena”, acredita. “Sou a única professora de Geografia de cinco professores, e acho que este é um tema difícil de ser trabalhado pelos homens, inclusive conversei com os meus colegas e nenhum deles fala sobre isso, porque se é um tabu falar sobre menstruação entre as mulheres, vamos imaginar entre os homens.”

Já para o professor de Biologia Edney Bezerra da Silva, do Colégio La Salle, em São Paulo, o tema é pertinente tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio. Ele considera que o assunto fortalece o senso crítico dos estudantes e pode ajudar a promover o autocuidado referente ao próprio corpo.

“É possível trabalhar a questão do autocuidado nos anos finais, no sentido técnico de benefícios e malefícios em relação à higiene adequada ou não, dentro do contexto da menstruação”, indica o professor. “No ensino fundamental, é interessante discutir o tema na idade em que as meninas têm a menarca. No ensino médio, é possível trabalhar em um contexto de conscientização e riscos à saúde. Vale encaixar a pobreza menstrual dentro das habilidades que trabalham essa temática de doenças e também considerando as questões do autocuidado, bem como o estudo do sistema reprodutor.”

Essas questões também fazem parte de uma reportagem especial publicada recentemente pelo Estadão, dentro do projeto Aquele Assunto, voltado a adolescentes. Há conteúdo disponível no site e ainda no Instagram e no Tiktok.

Para auxiliar a discussão em sala, os professores sugeriram sugestões de atividades individuais e coletivas que trabalham com um aprendizado interdisciplinar e podem servir de estratégia para abordar o tema de forma aberta, sem que ele se transforme em um tabu durante a aula. Confira algumas atividades abaixo de colaboração pedagógica para debater a respeito da pobreza menstrual.

Coletor menstrual: falta de recursos para comprar itens de higiene atinge até 26% das brasileiras entre 15 e 17 anos. Foto: Paulo Libert/Estadão

 

Atividades propostas:

Atividade 1

Ensino Fundamental 1 (4º ou 5º ano) – Matemática, Ciências e Língua Portuguesa

Inicie com uma breve explanação sobre menstruação (o que é, em quem ocorre, por que ocorre e quando ocorre, por exemplo), ressaltando a importância da manutenção das práticas sociais (como estudar, trabalhar e se divertir) durante o período. Faça a pergunta: Como continuar indo para a escola (ou para a igreja, ou para o trabalho, etc.) enquanto o sangue menstrual está descendo? Veja as respostas dos estudantes. A ideia é que as crianças sugiram/saibam que é preciso haver uma forma de conviver com isso.

Apresente um absorvente externo e proponha a realização de uma pesquisa, cujo objetivo geral é verificar quanto as mulheres gastam por mês em absorventes femininos. Como metodologia, cada estudante deverá perguntar para uma mulher: (1) Com que idade você menstruou pela primeira vez? (2) Quantos dias aproximadamente você fica menstruada? (3) Quantos absorventes aproximadamente você utiliza por mês (período menstrual)?

De posse dos resultados, pergunte aos estudantes: Considerando o custo de cada absorvente (veja um valor médio aproximado), quanto a pessoa entrevistada por você gasta por mês em absorventes durante o período menstrual? E em um ano?

Construa com os estudantes um gráfico de colunas, demonstrando todos os resultados encontrados (pode ser preparado uma faixa comprida, para que cada estudante insira sua coluna no gráfico).

Após finalizar, proponha a análise do gráfico: O que este gráfico está nos informando? Aproveite para lembrá-los que existe variação dos preços de acordo com o local da compra.

Aponte o impacto ambiental dos absorventes descartáveis e ressalte que, por motivos de saúde, é preciso trocar periodicamente o absorvente ao longo do dia.

Por fim, solicite que os estudantes escrevam um relatório da pesquisa desenvolvida.

Atividade 2

Pesquisa Interdisciplinar – Ciências, Geografia, Matemática e Língua Inglesa 8º e 9º Ano

Pesquise na comunidade escolar, por meio de um formulário com questionamentos sobre como é o ciclo menstrual de cada participante da pesquisa, e busque entender os desafios que são enfrentados neste período e como ele pode afetar as atividades cotidianas. Caso seja de preferência do estudante, as perguntas podem ser feitas em formato de entrevista.

Em seguida, faça uma análise a partir dos dados coletados e transforme as informações em um gráfico com as principais informações referentes ao impacto desse período nas atividades cotidianas das pessoas entrevistadas. Por fim, elabore um mural interativo ou crie um blog e compartilhe os resultados mais relevantes com os seus colegas e familiares.

Atividade 3

Campanha de conscientização de Ciências da Natureza, Humanas, Sociais e Matemática

Organize os estudantes em grupos (quatro alunos) para realizar pesquisas em artigos científicos, relatórios, dados do IBGE e em reportagens a fim de caracterizar o impacto de uma política pública na sociedade. Para isso, os estudantes devem levar em consideração as questões fisiológicas das pessoas que menstruam, fazendo um levantamento socioeconômico, geográfico, de saneamento básico e de possíveis problemas de saúde causadas pelos cuidados inadequados durante o período da menstruação.

Os grupos deverão produzir uma campanha de conscientização, para promover a equidade no acesso aos produtos de higiene menstrual, com argumentos justificados nos dados levantados, divulgar os achados à comunidade por meio de cartazes, fazer post nas redes sociais, podcast e ou vídeos.

Atividade 4

Resolução de Problemas, com base na atividade 2 – Interdisciplinar entre Português, Geografia e Ciências

Reflita sobre a pesquisa realizada e faça um debate propondo alternativas para apoiar pessoas que menstruam e têm dificuldade no acesso a produtos de higiene íntima e básica, como os absorventes. Quais tipos de alternativas podem ser encontradas para combater essa desigualdade no acesso a esses produtos?

Após o debate, crie um cartaz e compartilhe com colegas e familiares informações sobre o que você aprendeu durante essa discussão.

Atividade 5

Análise Crítica e Educação Midiática

Leia uma reportagem que fale sobre o tema da pobreza menstrual e levante, a partir dos dados da matéria, quais são as questões sociais que impactam a vida de pessoas que menstruam e não têm acesso ao absorvente nem a materiais de higiene pessoal. Após a leitura, pesquise quais são os problemas e riscos que existem dentro desse contexto e como essa situação pode impactar a saúde sexual e reprodutiva.

Em seguida, faça um levantamento de matérias, fontes ou pesquisas na internet, bem como entrevistas com especialistas sobre o assunto, dados e gráficos. Após o recolhimento dos dados, converse com o seu professor e produza cartazes ou posts para redes sociais que trazem alertas sobre os problemas de saúde e riscos que a falta de acesso aos absorventes pode gerar.

Atividade 6

Ensino Médio – Geografia, Biologia, Sociologia e Língua Portuguesa

Faça um painel com um esquema do mapa-múndi (contorno dos continentes). Divida a turma em grupos com o máximo de quatro estudantes, peça para pesquisarem uma notícia ou qualquer outro tipo de mídia sobre o uso de absorventes femininos em outras culturas (continentes).

À medida que for finalizando, cada grupo deverá fixar a informação (pode ser a notícia impressa, uma anotação, o título, etc.) no continente de origem do povo ou país. Não poderá haver repetição de notícias (o objetivo é ter diversidade de informações sobre o assunto em outras culturas).

Na aula seguinte, provoque os estudantes sobre a confiabilidade das informações encontradas por eles. Proponha que eles façam, com a sua orientação, checagem das informações.

a) Da autoria das informações. (Quem criou?)
b) Da credibilidade, se o autor tem autoridade ou credibilidade para falar sobre o assunto.
c) Quais são as fontes das ideias ou afirmações?
d) Sobre o propósito, ou seja, por que isto foi criado? Quem é o público-alvo?
e) Sobre o contexto, quando o conteúdo foi criado e de que maneira ele foi compartilhado pelo público?
f) Qual é a história completa (contexto social, cultural, político ou econômico; eventos da atualidade)?

Para finalizar, apresente os tipos de absorventes femininos existentes, ressaltando aspectos econômicos, ambientais, sociais (práticos e de saúde) envolvidos no uso e na escolha.

A elaboração das atividades contou com o apoio dos professores Cristiane Tessmann, Luana Lasincki Marum Tarábola e Edney Bezerra da Silva, além do  jornalista, professor e educomunicador Bruno Ferreira.

 

Estadão na Escola é parte de uma parceria com o Instituto Palavra Aberta, entidade sem fins lucrativos que lidera o EducaMídia, programa de educação midiática dedicado a formar professores e produzir conteúdos sobre o tema. A parceria é coordenada por Daniela Machado e Mariana Mandelli.

 

 

Disciplinas envolvidas:

Ciências, Biologia, Geografia, Sociologia, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Educação Midiática

Competências trabalhadas:

(EM13CNT207) Identificar, analisar e discutir vulnerabilidades vinculadas às vivências e aos desafios contemporâneos aos quais as juventudes estão expostas, considerando os aspectos físico, psicoemocional e social, a fim de desenvolver e divulgar ações de prevenção e de promoção da saúde e do bem-estar.

(EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.

(EM13LGG401) Analisar criticamente textos de modo a compreender e caracterizar as línguas como fenômeno geopolítico, histórico, social, cultural, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso.

(EF04MA10) Reconhecer que as regras do sistema de numeração decimal podem ser estendidas para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centésimos com a representação do sistema monetário brasileiro.

(EF04MA04) Utilizar as relações entre adição e subtração, bem como entre multiplicação e divisão, para ampliar as estratégias de cálculo.

(EF04MA25) Resolver e elaborar problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando termos como troco e desconto, enfatizando o consumo ético, consciente e responsável.

(EF05MA25) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas e numéricas, organizar dados coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos resultados.

(EF04CI08) Propor, a partir do conhecimento das formas de transmissão de alguns microrganismos (vírus,bactérias e protozoários), atitudes e medidas adequadas para prevenção de doenças associadas.

(EF05CI05) Construir propostas coletivas para um consumo mais consciente e criar soluções tecnológicas para o descarte adequado e a reutilização ou reciclagem de materiais consumidos na escola e/ou na vida cotidiana.

(EF04LP24) Identificar e reproduzir, em seu formato, tabelas, diagramas e gráficos em relatórios de observação e pesquisa, como forma de apresentação de dados e informações.

(EF05LP23) Comparar informações apresentadas em gráficos ou tabelas.

(EF05LP26) Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções de escrita de citações, pontuação (ponto final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas.

(EF07CI09) – Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência de doenças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas destinadas à saúde.

(EF08CI08) – Analisar e explicar as transformações que ocorrem na puberdade considerando a atuação dos hormônios sexuais e do sistema nervoso

(EF08CI11) – Selecionar argumentos que evidenciem as múltiplas dimensões da sexualidade humana (biológica, sociocultural, afetiva e ética).

(EF09LI04) – Expor resultados de pesquisa ou estudo com o apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre outros, adequando as estratégias de construção do texto oral aos objetivos de comunicação e ao contexto.

(EF69LP32) – Selecionar informações e dados relevantes de fontes diversas (impressas, digitais, orais etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, e organizar, esquematicamente, com ajuda do professor, as informações necessárias (sem excedê-las) com ou sem apoio de ferramentas digitais, em quadros, tabelas ou gráficos.

(EF89LP24) – Realizar pesquisa, estabelecendo o recorte das questões, usando fontes abertas e confiáveis.

(EF89LP21) – Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, problemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da comunidade, caracterizar demanda/necessidade, documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos, gêneros e mídias e, quando for o caso, selecionar informações e dados relevantes de fontes pertinentes diversas (sites, impressos, vídeos etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, que possam servir de contextualização e fundamentação de propostas, de forma a justificar a proposição de propostas, projetos culturais e ações de intervenção.

(EF89LP25) – Divulgar o resultado de pesquisas por meio de apresentações orais, verbetes de enciclopédias colaborativas, reportagens de divulgação científica, vlogs científicos, vídeos de diferentes tipos etc.

(EM13CNT305) – Investigar e discutir o uso indevido de conhecimentos das Ciências da Natureza na justificativa de processos de discriminação, segregação e privação de direitos individuais e coletivos para promover a equidade e o respeito à diversidade.

(EM13CNT310) – Investigar e analisar os efeitos de programas de infraestrutura e demais serviços básicos (saneamento, energia elétrica, transporte, telecomunicações, cobertura vacinal, atendimento primário à saúde e produção de alimentos, entre outros) e identificar necessidades locais e/ou regionais em relação a esses serviços, a fim de avaliar e/ou promover ações que contribuam para a melhoria na qualidade de vida e nas condições de saúde da população.

(M13CHS103) – Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).

(EM13CHS606) – Analisar as características socioeconômicas da sociedade brasileira – com base na análise de documentos (dados, tabelas, mapas etc.) de diferentes fontes – e propor medidas para enfrentar os problemas identificados e construir uma sociedade mais próspera, justa e inclusiva, que valorize o protagonismo de seus cidadãos e promova o autoconhecimento, a autoestima, a autoconfiança e a empatia.

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