Análise sobre a COP traz discussões sobre gêneros jornalísticos e fact-checking

Análise sobre a COP traz discussões sobre gêneros jornalísticos e fact-checking

Veja propostas de atividades para abordar a 25ª Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas em sala de aula

Bianca Gomes

19 de dezembro de 2019 | 13h57

A 25ª Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas (COP-25) terminou no último domingo, 15, sem acordo para a regulamentação do mercado de carbono. Ao contrário do que ocorreu em Paris há quatro anos, houve pouca mobilização dos países para conter o aquecimento global.

Secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: Manu Fernandez / AP

Na matéria Frustrante, COP termina sem acordo sobre mercado nem ambição contra aquecimento, a repórter de meio ambiente Giovana Girardi, que esteve em Madri para cobrir a COP-25, analisa os resultados do encontro que reuniu representantes de cerca de 200 países. No vídeo abaixo, ela conta detalhes da cobertura:

PROPOSTAS DE ATIVIDADES

1) Informação e análise

Texto 1:

Sem acordo sobre mercado de carbono, COP de Madri termina sem alcançar seus objetivos

Documento foi aprovado quase dois dias depois do previsto para o encerramento da cúpula

A Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 25, em Madri na Espanha, terminou na manhã deste domingo, 15, após quase dois dias de atraso, sem alcançar seus objetivos. Representantes de cerca de 200 países concordaram de modo tímido a “refletir” em 2020 sobre como aumentar a ambição ”o máximo que puderem” em suas metas de redução de emissões, as chamadas NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas), e em financiamento climático.

O objetivo era se comprometer de modo mais incisivo a tornar mais ambiciosas as metas de combate às mudanças climáticas em 2020 de modo a conseguir cumprir o Acordo de Paris, em que os países se comprometem a impedir que a temperatura média do planeta suba neste século mais que 1,5 grau Celsius.

 

Texto 2: 

Frustrante, COP termina sem acordo sobre mercado nem ambição contra aquecimento

Cenário inédito e construtivo do Acordo de Paris praticamente se perdeu, e em Madri países não demonstram vontade política para segurar o aquecimento global a 1,5ºC até 2100; Brasil travou acordo e abdicou de seu papel de liderança

MADRI – A expectativa sobre a Conferência do Clima da ONU deste ano (COP-25) não era lá muito grande. Mas o clamor que veio das ruas ao longo de 2019 –  impulsionado por dois novos relatórios científicos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) que reforçaram a necessidade urgente de ações para conter o aquecimento global em até 1,5ºC até o final do século – dava uma esperança de que algo melhor poderia ser alcançado.

A COP de Madri, porém, foi um fracasso praticamente sob qualquer aspecto que se olhe. E bateu uma sensação de apatia e de desânimo de que talvez não haja mais vontade política para conter o desastre.

 

A compreensão dos diferentes gêneros jornalísticos é uma habilidade prevista na nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente na área de língua portuguesa. E saber distinguir fato de opinião é parte importante desse pacote. Veja opções de atividades para trabalhar o tema: 

  • Os dois textos acima, apesar de escritos pela mesma repórter, cumprem funções diferentes. O primeiro é uma reportagem; o segundo, uma análise. Enquanto a reportagem tem um intuito mais informativo, a análise apresenta juízo de valor explícito (palavras como “frustrante”, “fracasso” e “trágico” são exemplos), por vezes uma linguagem até mais dialogada e menos formal (“O clima – na falta de palavra melhor – nos corredores…”, “Em Paris todos toparam se esforçar…”). A análise não se limita a colocar os fatos, mas a trazer interpretações para eles (“Justiça seja feita, não foi só o Brasil”). Nela, também é comum trazer acontecimentos do passado para fazer comparações e análises. No caso da reportagem da jornalista Giovana Girardi,  na própria linha fina consta uma afirmação que tem como base acordos anteriores: “Cenário inédito e construtivo do Acordo de Paris praticamente se perdeu”. 
  • Discuta com os alunos o propósito de cada um dos textos. Depois, peça para eles identificarem em qual dos textos há maior presença de elementos subjetivos. A resposta poderá vir acompanhada de trechos em que há, por exemplo, uso de adjetivos que estabelecem algum juízo de valor. 
  • Na análise do segundo texto, peça para os alunos indicarem o momento em que há uma mudança de direção argumentativa por meio de uma oposição semântica, citando o conectivo responsável por essa mudança.  
  • Por fim, os alunos deverão individualmente escrever um texto de até 15 linhas sobre o discurso da jovem ativista Greta Thunberg no COP-25. Antes, porém, é interessante que o professor apresente aos alunos a sueca, hoje uma das principais vozes da luta contra a crise climática. A apresentação pode ser por meio da capa da revista norte-americana Time, que a elegeu personalidade do ano, memes da jovem (basta buscar “memes greta” no Google) e discursos marcantes, como o na Cúpula do Clima da ONU. Depois da apresentação, os estudantes devem se reunir em grupos de até quatro pessoas para compartilhar o que cada um produziu. A ideia é que eles percebam que, apesar de terem assistido o mesmo vídeo, cada um colocou no texto aquilo que achou mais relevante. O professor pode discutir com a sala o conceito de imparcialidade, citando como a trajetória de vida de cada um influencia em fatores como hierarquia da informação e uso de palavras. Para usar o jornalismo como exemplo, os alunos devem buscar notícias na internet e analisar como elas criam um efeito de imparcialidade (a partir do uso da terceira pessoa do singular, da partícula “se”, de adjetivos neutros que não conferem juízo de valor e uso da denotação). Depois, discuta com eles como as escolhas do texto são de natureza imparcial, como qual especialista é entrevistado e, principalmente, o que é colocado no lead – primeiro parágrafo do texto que é tido como a parte mais importante da matéria e geralmente responde a 6 perguntas: o quê? quem? quando? onde? porquê? como? No Manual de Redação do Estadão, há uma explicação detalhada do que é o lead. 

2) Divulgação científica

No jornalismo, cobrir áreas como meio ambiente e saúde inclui acompanhar, além dos acontecimentos do dia a dia, a divulgação de produção científica. Uma forma de fazer isso é por meio de sites de universidades e revistas científicas renomadas. Uma das principais dificuldades de escrever sobre descobertas científicas é entender o que o artigo ou pesquisa diz (pois muitas vezes a linguagem é especializada demais) e comunicar a informação de forma simples para um público leigo – por isso o jornalista muitas vezes recorre ao autor ou a um especialista para esclarecer dúvidas.

Neste exercício, que pode ser trabalhado pelas disciplinas de ciência e inglês, os alunos vão escrever um texto jornalístico ou gravar um podcast sobre uma descoberta científica que eles mesmos deverão escolher. A dinâmica pode ser feita em duplas. Antes de começar, é importante dar orientações básicas de como redigir a matéria: linguagem deve ser clara e objetiva (sem opinião do autor); texto/áudio pode conter trechos da pesquisa que são de fácil entendimento; em caso de texto, alunos podem utilizar recursos multimídia para facilitar a compreensão; matéria deve responder às perguntas do lide (o quê? quem? quando? onde? como? por quê?).

No caso do podcast, os estudantes devem elaborar um roteiro com todas as falas do apresentador, selecionar uma trilha sonora que não requer pagamento de direitos autorais e, por último, editar todo o material. Uma boa referência é o Choque da Uva, podcast do Estadão que fala sobre ciência de maneira leve e divertida. No Youtube, o Canal do Pirulla, Manual do Mundo e SciShow também falam sobre ciência de forma descomplicada.

3) Checando 

Questões científicas, mesmo as já comprovadas, frequentemente são alvo de desinformação. Prova disso é a ‘teoria’ de que a terra é plana – neste ano, o tema teve até convenção.  Neste exercício, o professor deverá orientar os alunos a receber sempre com cautela esse tipo de notícia. Parar e, antes de repassar, checar. 

Uma atividade possível é dividir os alunos em grupos de cinco e pedir para cada um checar uma informação citada na análise da repórter Giovana Girardi. Alguns trechos possíveis são:

“O Acordo de Paris, então, trouxe uma cláusula: de que em 2020 seria feita uma nova rodada para atualizar e melhorar as metas.”

“De acordo com cálculos do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), as emissões precisariam cair 7,6% ao ano para colocar o planeta nos trilhos do 1,5ºC”

“As emissões mundiais não estão caindo – chegaram a subir nos últimos dois anos”

“”As concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera estão cada vez maiores”

É interessante orientar que as informações devem ser verificadas direto nas fontes oficiais. O professor pode mostrar que organizações, institutos e universidades têm sites e que lá é possível encontrar pesquisas e especialistas sobre diversos temas. Além disso, pode mostrar ferramentas como Google Scholar, Lattes, SciELO, ERIC, periodicos (da CAPES) e Science.gov, em que é possível pesquisar trabalhos acadêmicos. Sites como Wikipedia não necessariamente precisam ser desprezados. Eles podem ser usados como um dos primeiros passos de uma pesquisa. 

Os alunos podem procurar também se outros sites já mencionaram o mesmo dado. No caso do Acordo de Paris, por exemplo, a busca pode ser feita na íntegra do documento. Outras informações que devem ser observadas pelos alunos sempre que encontrarem alguma informação duvidosa: autoria do texto, site (se é confiável ou pertence a alguma empresa), construção do texto (se tem um tom alarmante, se é tendencioso). No caso do WhatsApp, uma dica é estar atento a mensagens com a etiqueta “encaminhada”, especialmente as que possuem uma seta dupla indicando que foi encaminhada de um usuário para outro mais que cinco vezes.

Se o professor desejar ampliar o debate sobre as chamadas “informações falsas”, pode trazer para a sala de aula, além de casos recentes como o terraplanismo, exemplos de desinformação que marcaram a história, como o Plano Cohen, que falava sobre um golpe comunista contra Getúlio Vargas. 

Para abordar a cidadania digital, é possível também mostrar exemplos de fake news que tiveram consequências graves. É importante mostrar aos alunos quais os mecanismos para denunciar conteúdo inverídico.

No Facebook, toda publicação tem a opção “obter apoio ou fazer denúncia”. Nela, existe o tópico “notícia falsa”.

Já no Instagram, a opção “informações falsas” aparece após clicar em “denunciar” e depois “é inadequado”. Além dos mecanismos, como eles podem enviar algum conteúdo suspeito para veículos de comunicação checarem (Agência Lupa, Aos Fatos e Estadão Verifica são alguns exemplos). O site do Projeto Comprova traz o passo a passo da verificação de algumas matérias que pode ser usado de referência pelos alunos. 

O texto O que são e como lidar com as notícias falsas, da revista internacional de direitos humanos, e o artigo Fake news nas redes sociais online: propagação e reações à desinformação em busca de cliques,dos pesquisadores Caroline DelmazoI e Jonas C.L. ValenteII, são materiais que podem ser usados de referência para preparar a aula. 

4) Simulação

A ideia deste exercício é simular a Conferência da ONU que ocorreu em dezembro. Haverá três tipos de grupos: os que irão representar os países, os que farão a cobertura do evento e os que serão ativistas pelo meio ambiente. A divisão deve ser feita de acordo com o tamanho da sala.

  • Países: uma parte dos alunos deverá se dividir em grupos de até três pessoas, cada um representando um país citado na reportagem. Eles deverão pesquisar a atuação do determinado país em relação ao meio ambiente, elencando medidas (políticas, socioeconômicas e culturais) prós e contras que impactaram a esfera ambiental do planeta. Depois, devem elaborar um diagnóstico e transformá-lo em um discurso que será apresentado na simulação da COP. Nele, devem expor o diagnóstico e apresentar estratégias e metas a serem adotadas. Sugira que escrevam o discurso utilizando como base para a construção dos argumentos o conceito de Princípio de Responsabilidade do filósofo Hans Jonas e o seu conhecido “imperativo categórico”: Aja de maneira que os efeitos de tua ação sejam compatíveis com a permanência de autêntica vida humana sobre a Terra.
  • Imprensa: os alunos que farão a “cobertura” do evento devem se dividir em duplas, cada uma representando um veículo de comunicação diferente. É interessante que os próprios alunos escolham onde farão a cobertura. É possível criar um blog, uma conta no instagram, twitter, youtube ou um grupo no WhatsApp. Antes do dia da simulação, eles devem estudar como veículos da vida real realizam a cobertura jornalística no meio escolhido. A ideia é que eles explorem a linguagem e os mecanismos de cada plataforma para entregar o conteúdo. 
  • Ativistas: neste caso, não haverá divisão em grupos, os alunos que escolherem representar os ativistas na simulação deverão pesquisar sobre os principais indicadores ambientais, levantar as questões mais urgentes e questionar todos os países durante as apresentações, cobrando medidas e posicionamentos. Antes da simulação, é interessante que eles elaboram pôsteres como os que estavam no centro de convenções de Madri (foto abaixo) e colem nos corredores da escola.  

Pôsteres no centro de convenções de Madri onde ocorreu a COP pedem ação imediata contra as mudanças climáticas. Crédito: Giovana Girardi / Estadão

  • Ao final da simulação, a sala deve se reunir e montar, em conjunto, um relatório com as metas que julgarem pertinentes. 

5) Experimento

A temperatura global da superfície do planeta Terra em 2018 foi a quarta mais quente desde que o registro desse aspecto começou a ser realizado, no ano de 1880, de acordo com uma análise da NASA. As temperaturas globais em 2018 foram 1,5 graus Fahrenheit (0,83 graus Celsius) mais quentes do que a média de 1951 a 1980, segundo cientistas do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA (GISS) em Nova York. Globalmente, as temperaturas de 2018 estão atrás das de 2016, 2017 e 2015. Os últimos cinco anos são, coletivamente, os anos mais quentes do registro moderno.

1) Peça para que os estudantes leiam o artigo “Como o derretimento das geleiras pode afetar os oceanos e o clima”.

2) Discuta com eles sobre acerca do que aconteceria com o nível dos mares com o derretimento de geleiras do Ártico e com geleiras do continente Antártico, se haveria alguma diferença.

3) Peça para que os estudantes elaborem hipóteses do que aconteceria com o derretimento de um ou do outro e para que tomem nota das hipóteses em seus cadernos.

4) Montagem de uma simulação dos continentes Ártico e Antártico em dois recipientes incolores (aquários de 40 cm x 30 cm ou, se não houver aquário, plásticos transparentes). Em um será colocado um grande bloco de gelo representando a Antártica e no outro, o Ártico, de acordo com as instruções a seguir:

  • Posicione os dois recipientes (aquários) um ao lado do outro.
  • Coloque em um deles um saco plástico preenchido com areia que irá simular o continente (no caso do polo sul).
  • As geleiras serão realizadas da seguinte forma: a água que será congelada para simular a geleira do aquário do Ártico deve ser retirada do volume de água do próprio aquário já montado. Utilize um pote plástico de sorvete para isso.
  • Quando o bloco de gelo for colocado no aquário Ártico, o volume da água chegará ao nível do aquário do Antártico. Assim, será possível comparar a diferença no nível da água após o derretimento dos blocos de gelo que serão colocados nos aquários.
  • Deve-se então colocar o saco de areia (que deve estar vedado) em um dos aquários, para representar o continente emerso no polo sul. Verter o volume de água em ambos aquários, tomando cuidado para deixar com que uma parte do saco de areia fique acima do nível da água.
  • O professor então deve colocar um dos blocos de gelo flutuando no recipiente que não contém o saco de areia (representando o Ártico) e o outro sobre o saco de areia (representando o continente Antártico) e marcar onde está o nível da água em cada recipiente.
  • Os estudantes e o professor devem aguardar alguns minutos até que o gelo comece a derreter e que possam perceber se houve mudança no nível da água nos recipientes.

Ao final da simulação, os estudantes irão notar que a geleira do Ártico está flutuando sobre a água e que, portanto, essa massa de gelo quando derreter não terá influência significativa na elevação do nível dos oceanos. Entretanto, o mesmo não ocorre no recipiente em que foi simulado o continente Antártico, em que se notará um aumento do nível da água no recipiente, fazendo-se uma analogia ao aumento do nível do mar.

Se achar interessante, existe um quiz que trata do assunto abordado em sala de aula.

Disciplinas envolvidas: Artes, História, Português, Filosofia, Geografia e Inglês

Anos em que as habilidades podem ser trabalhadas: ensino médio e fundamental 2.

(EF67LP06) Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos e seleção e hierarquização de informações, uso de 3ª pessoa etc.

(EF67LP07) Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido.

(EF67LP04) Distinguir, em segmentos descontínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato.

(EF06LP02) Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia.

(EF06LP01) Reconhecer a impossibilidade de uma neutralidade absoluta no relato de fatos e identificar diferentes graus de parcialidade/ imparcialidade dados pelo recorte feito e pelos efeitos de sentido advindos de escolhas feitas pelo autor, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos e tornar-se consciente das escolhas feitas enquanto produtor de textos.

(EF69LP16) Analisar e utilizar as formas de composição dos gêneros jornalísticos da ordem do relatar, tais como notícias (pirâmide invertida no impresso X blocos noticiosos hipertextuais e hipermidiáticos no digital, que também pode contar com imagens de vários tipos, vídeos, gravações de áudio etc.), da ordem do argumentar, tais como artigos de opinião e editorial (contextualização, defesa de tese/opinião e uso de argumentos) e das entrevistas: apresentação e contextualização do entrevistado e do tema, estrutura pergunta e resposta etc.

(EM13CNT302) Comunicar, para públicos variados, em diversos contextos, resultados de análises, pesquisas e/ou experimentos, elaborando e/ou interpretando textos, gráficos, tabelas, símbolos, códigos, sistemas de classificação e equações, por meio de diferentes linguagens, mídias, tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC), de modo a participar e/ou promover debates em torno de temas científicos e/ou tecnológicos de relevância sociocultural e ambiental.

(EM13CNT206) Discutir a importância da preservação e conservação da biodiversidade, considerando parâmetros qualitativos e quantitativos, e avaliar os efeitos da ação humana e das políticas ambientais para a garantia da sustentabilidade do planeta.

(EF69LP14) Formular perguntas e decompor, com a ajuda dos colegas e dos professores, tema/questão polêmica, explicações e ou argumentos relativos ao objeto de discussão para análise mais minuciosa e buscar em fontes diversas informações ou dados que permitam analisar partes da questão e compartilhá-los com a turma.

O Estadão na Escola é parte de uma parceria com o Instituto Palavra Aberta, entidade sem fins lucrativos que lidera o EducaMídia, programa de educação midiática dedicado a formar professores e produzir conteúdos sobre o tema. A parceria é coordenada por Daniela Machado e Mariana Mandelli.

O material teve a colaboração dos professores Frederico Barbosa, do Cursinho da Poli, Renata Esteves, do canal Se Liga Nessa História, Diana Ribas Rodrigues Roque, professora do Liceu Jardim e mestranda em Ensino na UFABC. 

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