A importância do contato com a natureza para as crianças

A importância do contato com a natureza para as crianças

eliza

20 Junho 2016 | 14h09

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Queremos refletir hoje, sobre a importância do contato das crianças com a natureza, num mundo em que elas vivem em sua maioria nas grandes metrópoles.

Ter contato com pequenos animais, como pássaros, formigas, patos, galinhas, tartaruga, minhoca, peixe, tatu-bolinha, ajuda no desenvolvimento saudável e feliz das crianças e melhora o entendimento delas nas elaborações do que é limpeza, diferenças de alimentação, moradia, hábitos, etc.

O importante, é que a natureza faça parte da vida diária da criança e que ela possa sentir que contribui e é responsável pela manutenção e equilíbrio do meio ambiente. Essa percepção natural trará muitos benefícios como a calma, a paciência, o respeito, a concentração, curiosidade, independência, além de poder respirar o ar puro e muito mais.

Para a maioria dos pais que trabalham fora, e não têm muito tempo para levar os filhos para passear em lugares calmos e tranquilos, o período de férias é ideal para promover o contato das crianças com a natureza, viajando para o campo e, de quebra, fortalecer os vínculos afetivos. Atividades como ver o nascer e o pôr do sol, colher a fruta no pé e ali mesmo comer, prestar atenção num céu estrelado ou tirar e beber o leite de vaca, são atitudes praticamente inexistentes nas grandes cidades, e isso faz falta para as crianças e até mesmo para os adultos.

Acreditamos que quando a criança entra contato direto com a natureza, começa a perceber o mundo a sua volta de diferentes formas:

Sensorial: já que terá contato com diferentes cheiros, texturas, cores, formatos;

Físico: ela precisará se movimentar muito mais, aperfeiçoando o equilíbrio e crescimento mais sadio;

Espacial: perceberá que a natureza é muito maior do que seu “mundinho” em casa, apartamento e que precisará explorar esse mundo novo para conhecer;

Sendo assim, vamos procurar valorizar esse contato que fará nossas crianças muito mais saudáveis.

Por Vera Regina