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Prefeitura de São Paulo quer priorizar crianças em situação de vulnerabilidade

Alessandra Gotti, sócia-efetiva do Todos Pela Educação, comenta sobre a proposta da prefeitura

Todos Pela Educação

02 Fevereiro 2017 | 09h22

FOTO: JOÃO BITTAR/UNESCO-MEC

FOTO: JOÃO BITTAR/UNESCO-MEC

Alexandre Schneider, secretário municipal de Educação de São Paulo,  anunciou há três dias que pretende buscar ativamente as crianças em situação de vulnerabilidade para matriculá-las na Creche.

Um dos intuitos do projeto é acabar com a fila por vagas na Educação Infantil, que, em novembro de 2016, atingiu a marca de 172 mil crianças. A proposta está alinhada ao Plano Nacional de Educação (PNE), cuja meta 1 estabelece que, até 2024, ao menos 50% das crianças de 0 a 3 anos frequentem a Creche.

Alessandra Gotti, doutora em Direito Constitucional e sócia-efetiva do Todos Pela Educação, comentou a medida no quadro De Olho na Educação, na Rádio Estadão. Para a especialista, a busca ativa é fundamental para saber, de fato, qual a demanda  por vagas no município. “Essa procura é essencial tanto para o planejamento da oferta, quanto para atender a demanda existente em São Paulo”, afirma a especialista.

Ouça aqui a participação de Alessandra Gotti, no De Olho na Educação da Rádio Estadão.