A escolha da profissão na adolescência

Do Colégio

23 de setembro de 2015 | 07h00

Pelo menos uma vez ao ano, três colégios paulistanos – Concórdia, Horizontes Uirapuru e Liceu Santa Cruz – se unem para realizar a “Feira das Profissões”, evento criado para orientar os alunos do Ensino Médio sobre o dia a dia de diferentes profissões, por meio de palestras e conversas com profissionais que descrevem suas experiências, dificuldades e vantagens de cada carreira. Está por trás deste evento uma pergunta: a escola pode auxiliar um adolescente na escolha da carreira profissional? Para o Concórdia, e, claro, os outros dois colégios, a resposta é simples: sim.

Este ano, o evento ocorreu na última sexta-feira de agosto, dia 28. Estudantes tiveram a oportunidade de tirar dúvidas quanto à escolha profissional e às possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Além disso, o futuro vestibulando conheceu novidades relativas às mais diversas áreas do conhecimento para que, ao fazer sua escolha, desenvolva todo o seu potencial e habilidades.

Foto: Divulgação

Alunos reunidos durante Feira das Profissões. Foto: Divulgação

“O adolescente, além do estudo diário necessário à sua formação, precisa se preocupar com seu futuro, com a empregabilidade. Na Feira das Profissões, na qual reunimos profissionais de diferentes áreas de atuação, é possível conhecer, tirar dúvida e questionar. Isso propicia mais segurança em uma escolha tão importante”, comenta Edson Eller, diretor do colégio Concórdia.

A aluna Isabella Schneider, do 3º ano do Ensino Médio do Concórdia, relata sua experiência: “com palestras sobre diversos cursos, e ao fornecer informações sobre várias faculdades, a Feira das Profissões serve de enorme ajuda  para as escolhas que pretendemos fazer”.

Foto: Divulgação

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Aí está a resposta para o questionamento inicial. “O vestibular e a saída do Ensino Médio são momentos de definição de uma possível carreira. Claro que o estudante se sente pressionado. Muitas vezes os pais ajudam. Mas a escola pode contribuir muito, esclarecendo pontos, orientando, ajudando na escolha, que deve ser, ao final, tomada pelo estudante”, conclui Edson Eller.

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