Intercâmbio garante novas experiências internacionais para estudantes do Ofélia

Intercâmbio garante novas experiências internacionais para estudantes do Ofélia

Ofélia Fonseca

14 Março 2018 | 07h00

O intercâmbio é uma tendência internacional e vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil, que ocupa o primeiro lugar no ranking de países da América Latina que mais procura estudar no exterior.

No ano passado, cerca de 40 mil brasileiros iniciaram cursos superiores em outros países, e nem a crise tem afetado o setor, que está em franco crescimento. Em 2016, 247 mil estudantes participaram de programas de intercâmbio, número 14% maior que em 2015.

Segundo especialistas da Belta – Brazilian Educational & Language Travel Association, o crescimento se deve ao fato de o intercâmbio ser considerado um investimento, por representar possibilidades de melhores ganhos e mais oportunidades profissionais.

Pensando em atender uma necessidade cada vez maior de seus estudantes, de vivenciar uma experiência educacional no exterior, bem como receber estudantes de outros países, que buscam uma escola brasileira para cursar o Ensino Médio (EM), o colégio Ofélia Fonseca vem se preparando para garantir a total integração de quem chega e de quem retorna, após um período em outro país.

De acordo com a coordenadora pedagógica do Ofélia, os estudantes passam por um período de adaptação para que não haja nenhuma perda em relação ao conteúdo que será apresentado no ano a ser cursado. “Em geral, isso acontece de uma forma muito tranquila, pois os estudantes que passam esse período fora, estão cursando o EM. O que pode ser necessário, eventualmente, é uma revisão para garantir que nenhum conteúdo será perdido”, esclarece a profissional.

 

O intercâmbio no colégio Ofélia Fonseca

A estudante Alice Lara (Foto: Divulgação / Colégio Ofélia Fonseca)

Para a estudante Alice Lara, 15 anos, que cursa o 2º Ano do EM no colégio, a adaptação na sua volta ao Ofélia foi bem tranquila, no que se refere ao currículo. “Vivi uma experiência muito bacana, e, na minha opinião, em relação à educação, o Brasil é mais forte”, conta Alice, que cursou seis meses o High School em uma escola na cidade de Winnipeg, no Canadá, e que pretende estudar Moda, em Nova York, assim que concluir o EM.

O estudante Gabriel Ulrych (Foto: Divulgação / Colégio Ofélia Fonseca)

De volta ao colégio, após passar um ano estudando em Vancouver, no Canadá, Gabriel Ulrych, 18 anos, reencontrou seu antigo grupo. Ele, que está no 3º Ano do EM, achou que a escola onde estudou era bem difícil. Mas, a experiência é muito válida. “No intercâmbio, você aprende a se virar sozinho e isso faz com que você tenha responsabilidade, o que foi importante para meu desenvolvimento. Quem tiver a oportunidade deve aproveitá-la, porque é uma experiência maravilhosa e despertou uma vontade de morar fora”, conta Gabriel, que pretende cursar Administração de Empresas.

O estudante Felipe Barreto (Foto: Divulgação / Colégio Ofélia Fonseca)

Já Felipe Barreto, 16 anos, estudante do 2º Ano do EM, passou seis meses estudando em Ottawa, também no Canadá, garante que potencializar o inglês foi fundamental. “Estudei em uma escola que era bem mais fraca que o Ofélia. Mas, ainda assim, a experiência foi muito boa para mim. Vejo isso como uma oportunidade, porque eu saí do Brasil com um inglês, nível básico, e desenvolvi muito isso nesse período morando fora”, explica Felipe, que pretendo cursar Economia.

 

Todos são bem-vindos

Outra experiência vivenciada no colégio, envolve a convivência com estudantes de outros países. Atualmente, a sul-africana Caitlin Lee Starke, 18 anos, e o belga Jerome Senden, 19 anos, cursam o 2º e o 3º Ano no colégio, respectivamente.

A estudante sul-africana Caitlin Starke (Foto: Divulgação / Colégio Ofélia Fonseca)

“Vou permanecer no Brasil por um ano e espero conseguir aprender o português. Acho eu isso será muito importante nesse processo de intercâmbio. O colégio é muito diferente, mas estou gostando bastante dessa experiência aqui, e me sinto feliz por ter sido bem recebida e por poder contar com a ajuda de alguns amigos para me comunicar e para acompanhar as aulas”, garante Caitlin, que está no país há poucas semanas.

O estudante belga Jerome Senden (Foto: Divulgação / Colégio Ofélia Fonseca)

No Brasil, há seis meses, Jerome já aprendeu o português e garante que a integração com os jovens brasileiros vem sendo fundamental para seu desenvolvimento pessoal. “Tenho mais quatro meses, aqui no Brasil, e antes de partir já posso dizer que espero poder voltar em breve. Me senti bem acolhido e essa experiência vou levar para toda a vida”, conta ele, que pretende cursar Engenharia, na Bélgica.