Que pena, acabou o acampamento!…

Que pena, acabou o acampamento!…

Todos já sabem dos benefícios que os dias em um acampamento proporcionam às crianças: aquela sensação de liberdade, o compromisso com os seus pertences, a responsabilidades com a organização e com os horários, o prazer em participar das brincadeiras...

Ofélia Fonseca

10 Novembro 2015 | 06h00

É, foi assim que todos nós, estudantes e equipe do Ofélia Fonseca,  nos sentimos quando aqueles dias mágicos, em meio à natureza, à rotina cheia de atividades, comida boa, gostosas surpresas na companhia dos amigos, infelizmente, terminaram.

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Todos já sabem dos benefícios que os dias em um acampamento proporcionam às crianças: aquela sensação de liberdade, o compromisso com os seus pertences, a responsabilidades com a organização e com os horários, o prazer em participar das brincadeiras e jogos na quadra, os desafios de andar pelas trilhas no meio do mato, remar com toda a energia para que a sua equipe dê a volta pela ilha com o barco, subir, descer, escorregar pelo barro e ver como seus amigos se divertem na descida pelo barranco, todo enlameado para, depois, tomar um banho bem-vindo de mangueira. E a comida?

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Ah, que comida deliciosa! Depois de tantas atividades, extasiados com as diversas sensações e emoções, comer uma comidinha bem caseirinha, beber suco, comer frutas coloridas e até sorvete! Puxa, não há nada a que se possa comparar. E tudo isso com os amigos, cantando e participando de brincadeiras no refeitório que divertem e sempre fazem bem.

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Discussões e alguns desentendimentos durante o jogo? Claro que houve, mas faz parte porque crescemos também quando somos desafiados a pensar na perspectiva do outro, observando que não são apenas os nosso interesses que estão em jogo e que é preciso compartilhar ideias, estratégias até na quadra para que o time possa vencer a partida. E se não foi dessa vez, lidar com a frustração, saber que há outras oportunidades e refletir sobre o que não deu certo.

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Não há nada que substitua esses momentos de acampamento! Eles nos fortalece, crescemos por dentro, voltamos diferentes: um pouco mais cooperativos, mais autônomos, mas habilidosos e porque não dizer, mais gente.

Profa. Marilza Alberto Baptista