Parkour na escola: ser forte para ser útil

Parkour na escola: ser forte para ser útil

Paulo Adolfo

03 Dezembro 2018 | 17h37

É fato que a escola tem que ser dinâmica. E, seguindo o mote do dinamismo, o Colégio Marista Arquidiocesano implementa, a partir de 2019, o Parkour para estudantes do 2° ao 6° ano do Ensino Fundamental do Período Ampliado (nome dado ao Ensino Integral na instituição de ensino).

A ideia de implementar a atividade surgiu a partir da necessidade de oferecer experiências que pudessem fomentar benefícios diversos, tais como condicionamento físico, flexibilidade e coordenação motora.

Parkour, metáfora da vida

O Parkour se utiliza de obstáculos e de barreiras para ensinar meninos e meninas a superarem desafios por meio do próprio corpo.

A atividade não trabalha apenas características individuais, mas também assume um aspecto coletivo. É também um exercício inclusivo, pois há diversas possibilidades de ajudar o próximo em um desafio maior, por exemplo.

O escalar de muros, o salto sobre vãos, o equilíbrio entre corrimãos o deslocamento de um lugar para outro pressupõem consciência corporal, um trabalho complexo da mente que acaba por elevar a autoestima, além de melhorar a disciplina.

Portanto, não se trata apenas de uma atividade de aventura, trata-se de uma modalidade capaz de melhorar o desenvolvimento pessoal nos participantes.

A máxima “ser forte para ser útil” parece perfeita para defini-la e indo mais além podemos até dizer que o Parkour funciona como uma metáfora da vida.