DESSA VEZ NÃO “BUGOU”!

DESSA VEZ NÃO “BUGOU”!

Paulo Adolfo

27 Setembro 2016 | 12h48

Aprender Linguagem de Programação e Algoritmos pode parecer muito difícil, mas não para os estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental do Colégio Marista Arquidiocesano. Para não esfriar o clima divertido das férias, as aulas de informática do início de agosto foram bem animadas e contaram com a presença de robôs de solo.

Cada turma foi dividida em 3 grupos. Brincamos de “programar” a professora de informática e tudo o que as crianças falavam ela executava de forma fiel. As crianças conheceram os robôs e perceberam que tanto para movimentá-la quanto para movimentar os robôs de maneira precisa era necessário dar os comandos certos.

É sabido que a escola precisa fazer sentido para o estudante. Pensando nisso, foi proposto que os grupos customizassem os seus respectivos robôs com materiais diversos e também os nomeassem. Isso fez com que as crianças se aproximassem do objeto de estudo. Além disso, conheceram vários robôs famosos por meio de imagens.

Não precisou de muito tempo para que os pequenos programadores compreendessem o funcionamento básico do Robô de solo Roamer. Foi uma atividade de investigação e descobertas, uma vez que as crianças precisavam programá-lo a ir para frente, para trás e a girar 90º para a direita e para a esquerda. Assim que sentiram confiança, as próprias crianças começaram uma competição em forma de corrida. Foi tão divertido que resolvemos fazer uma corrida oficial. Os programadores se prepararam e treinaram para competir: cada criança precisava fazer um algoritmo inteiro, sem esquecer de nenhum comando e sem “bugar” os robôs.  Também realizamos um registro contendo um programa escrito por elas e um desenho do robô que cada grupo customizou.

Os programadores gostaram tanto que não poderíamos parar por aí. Dessa vez, o nível de dificuldade foi maior: programar um monstrinho virtual no computador e depois no iPad; para isso utilizamos o aplicativo The Foos. As crianças puderam treinar em casa e facilmente passavam as fases completando os desafios. Foi preciso que os estudantes se concentrassem e ao longo do jogo puderam exercitar essa capacidade.

O Colégio Marista Arquidiocesano acredita que aprender a lógica de programação pode desenvolver habilidades e capacidades que contribuirão para que as crianças de hoje obtenham, no futuro, êxito profissional.

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Por Cleusa Diniz, Pedagoga e Coordenadora do Núcleo de Tecnologia Educacional do Marista Arquidiocesano e Equipe.