Arqui: Projeto Pequenos Cientistas aproxima a Ciência das crianças

Arqui: Projeto Pequenos Cientistas aproxima a Ciência das crianças

Natália Venâncio

10 de maio de 2022 | 13h50

Alunos da Educação Infantil do Colégio Marista Arquidiocesano são incentivados a conhecer conteúdos científicos  e participar de experimentos em laboratório

Os pequenos da Educação Infantil do Colégio Marista Arquidiocesano estão participando de um projeto educacional denominado “Pequenos Cientistas”. O objetivo da atividade é que os alunos construam uma ideia ampla do universo científico e tenham uma postura investigativa. Por meio de experimentos, eles colocam a “mão na massa” e aprendem fazendo.

​O projeto nasceu de conversas com a coordenação do colégio e com as professoras da Educação Infantil. “Como as professoras iriam começar os conteúdos de Ciências Naturais, elas sugeriram que os alunos vissem alguns experimentos para despertar a curiosidade”, revela o professor Marcos Muhlpointner, chamado carinhosamente pela turma de “cientista Marcos”.

​O projeto tem duração de quatro aulas. Até o momento, o professor Marcos já tratou dos temas: animais, sistema digestório e do mar.

“Estamos falando de Ecologia e corpo humano. A maioria das pessoas não vê as pessoas como parte do ambiente, pois vivemos em cidades e não na floresta. Para a maioria das pessoas, só é natureza ambientes como florestas e oceanos, mas as cidades também são um tipo de ambiente”, explica o docente.

Os conteúdos estão sendo focados nas Ciências Naturais, mas as professoras, em sala de aula, trabalham as outras disciplinas. As crianças foram incentivadas a procurarem, com seus pais, experimentos simples e reproduzirem em casa, fizeram vídeos e enviaram para as professoras. Nessa atividade com os pais, surgiram experimentos de “vulcão” com refrigerante e vinagre, leite e detergente, por exemplo.

“Meu papel tem sido trazer alguns experimentos e fazer as crianças participarem no laboratório, com equipamentos técnicos. .​As crianças são muito curiosas e gostam de fazer os experimentos no laboratório. Não usamos uma linguagem técnico-científica com elas, pois a nossa intenção é despertar, ainda mais, a curiosidade que elas já têm”, frisa o professor Marcos Muhlpointner.

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