Arqui discute bullying na Globonews

Arqui discute bullying na Globonews

Natália Venâncio

11 Novembro 2015 | 18h56

Globonews

Sempre preocupado em discutir todos os aspectos que envolvem crianças e  adolescentes, o Colégio Marista Arquidiocesano participou do “Debate: lei de combate ao bullying”, na Globonews, em 10 de novembro. Ascânio João Sedrez, diretor geral da instituição de ensino, explicou conceitualmente o fenômeno bullying, comentou sobre a mediação da escola nesse contexto, entre outros aspectos.

Confira a entrevista na íntegra:

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/todos-os-videos/v/psicologa-fala-sobre-a-importancia-da-lei-de-combate-ao-bullying/4598279/

Ações do Marista Arquidiocesano em relação ao bullying

O Arquidiocesano tem na grade curricular as aulas do DAPS (Desenvolvimento Acadêmico, Pessoal e Social), cuja concepção é associar o lado acadêmico ao lado social. Trata-se de um momento de partilha de projetos, problemas e soluções. E dentro desse formato, os sextos e oitavos anos trabalharam, neste ano, a temática do bullying. Os projetos e as assembleias das turmas trazem essa temática de forma sistemática.

No 6° ano, os meninos leram livros, notícias e reportagens – um dos livros utilizados é o “O bilhete premiado”, do jornalista Paulo Galvão, obra que trata de um cenário de escola pública, problemas familiares, relações de estresse, sobreposição, vantagens – e, depois das leituras, houve discussões, cartazes, mostras com propaganda anti-bullyng. O projeto do 8° ano seguiu a mesma linha, porém houve elaboração de camisetas (com campanhas anti-bullying), texto com histórias e publicações, blogs, entre outros.

No 8° ano do Ensino Fundamental, é possível observar um amadurecimento e eles estão em um momento intenso de convivência no qual as habilidades são postas à prova. Nesse período, a intervenção tem que ser mais direta, resgatando o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), regimento escolar e legislação escolar.

É importante salientar que acreditamos que as pessoas podem mudar. A saída é dialogar, sugerir que a toda a comunicação interpessoal seja feita com ética e justiça. A presença e cuidado dos adultos é fundamental neste processo de crescimento e formação de valores de cidadania!