Alunos do Arqui aprendem na prática como pesquisar usando fontes confiáveis

Alunos do Arqui aprendem na prática como pesquisar usando fontes confiáveis

Natália Venâncio

06 de junho de 2022 | 09h37

Turma do Colégio Marista Arquidiocesano escolhe os temas, busca e aprende, utilizando diversas referências, como sites, revistas e livros 

O Projeto Jovens Pesquisadores em Ação – Plugados, desenvolvido pelos 5ºs anos do Integral, do Colégio Marista Arquidiocesano, busca instigar o interesse dos pequenos por projetos de pesquisa.

Nele, cada grupo ou trio, escolhe um tema de interesse para uma pesquisa, partindo da premissa da curiosidade que os alunos têm sobre os temas escolhidos.

No percurso, os alunos aprendem sobre as diversas fontes de pesquisa: sites, documentários, entrevistas, livros. Na prática, também capacitam-se em como saber se a fonte de pesquisa é confiável ou não.

Uma das duplas pesquisou sobre os tubarões Megalodontes, uma espécie extinta há cerca de dois milhões de anos, que possuía cerca de 60 toneladas e aproximadamente 18 metros de comprimento. Os alunos apresentaram um documentário para a turma sobre o tema, além de levar os colegas ao laboratório de Biologia para observarem mandíbulas, dentes e ovos de tubarões.

Já um trio de alunos, contextualizou o conteúdo estudado em Ciências, sobre a importância da água potável, e no laboratório, construíram o passo a passo de um filtro caseiro, fazendo a experiência da filtragem na prática.

Outros temas já foram sugeridos pelos pequenos, como robôs, fundo do mar, arte, jogos de videogame, a história dos livros, cultura japonesa-culinária, criação de jogos com personagens autorais, Pokémon, sistemas de segurança (uso de digitais), dinossauros, cobras, entre outros. Eles serão apresentados ao longo do ano.

Segundo as professoras responsáveis pelo projeto, Agatha Fischer e Luana Ferlin, o objetivo do projeto é promover o aprofundamento em temas de interesse e desenvolver as habilidades do século XXI, como a resolução de problemas complexos, a criatividade, os relacionamentos interpessoais e a inteligência emocional.

“Pautadas nos quatro pilares da educação, exploramos múltiplas linguagens para construirmos junto ao grupo, ricas experiências de aprendizagem, troca, parceria, respeito, empatia e companheirismo. É emocionante vê-los tão potentes, envolvidos e orgulhosos de suas produções. A conclusão do projeto acontece com uma apresentação do tema para a sala e uma vivência ou oficina mão na massa, além de livro da sala com um registro das atividades”, explicam as docentes.

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