5º Congresso Internacional Marista em Recife tem participação intensa do Marista Arquidiocesano

5º Congresso Internacional Marista em Recife tem participação intensa do Marista Arquidiocesano

Colégio Marista Arquidiocesano

27 de outubro de 2016 | 09h49

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De 11 a 14 de outubro, foi realizado o 5º Congresso Internacional Marista em Recife, Pernambuco. A ocasião reuniu grandes nomes da educação, tais como Leonardo Boff (“Educação, cuidado e ecologia”), Bernard Charlot (“Por que e para que ir à escola? A relação dos alunos com a escola e com o saber), Dr. José Carlos Libâneo (“Currículo e ação docente”), Professor José Pacheco (“A educação em comunidade”), Frei Betto (“Educação, espiritualidade e protagonismo social”), Madalena Freire (“Da paixão de aprender à paixão de ensinar”), Pedro Demo (“Para aprender como autor), Vani Kenski (mesa redonda sobre os “Desafios de aprender e ensinar em um mundo conectado”), João Mattar (“Games e gamificação em educação”), Monja Coem (“Educar seres livres e responsáveis”), Ir. Marcelo Barros (“Educação para uma cultura espiritual e cosmocêntrica”), Afonso Murad (“Ecologia integral e o cuidado com a Casa Comum”) e Dr. Nilton Bonder (“A educação pela interpretação – ensinar a interpretar é a essência de toda a educação”).

Relatos de experiência

Além das palestras, houve interessantes relatos de experiência justamente para associar prática à teoria. Um deles foi apresentado pelo Professor Rodrigo do Colégio Marista Patamares, de Salvador, sobre as identidades no convívio com as diferenças, sobretudo na perspectiva étnica. O projeto procurou compreender a composição populacional das cidades urbanas.

O Professor Elton, de Maringá, divulgou o projeto “História, Sociedade e Identidade: estudos dos problemas sociais brasileiros para a construção de atitudes solidárias” e o Professor Rui, do Colégio Marista Pio XII (Novo Hamburgo – RS), mostrou que a escola criou um GT para estudar o Projeto Educativo 2010 e as Matrizes Curriculares para torná-las Prática Pedagógica.

Sobre a participação do Colégio Marista Arquidiocesano no congresso, quatro trabalhos foram aprovados para serem apresentados na ocasião. O primeiro tratou da “Educação e Direitos Humanos: formação integrada de educadores Maristas da cidade de São Paulo”, cujo objetivo é pensar os espaços de formação diferenciados, coletivos e abertos, especialmente para os educadores Maristas da cidade de São Paulo, na perspectiva dos Direitos Humanos.

O segundo abordou a temática “Utilizando novas tecnologias nos espaços de aprendizagem – implantação da educação tecnológica no período ampliado” e focou nas novas exigências pessoais e profissionais do mundo de hoje, que valorizam não apenas a quantidade de informação, mas sim as habilidades e competências pessoais. O trabalho mostra a implantação da Educação Tecnológica para todos os alunos do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental que frequentam o Período Ampliado do Colégio Marista Arquidiocesano de São Paulo. O projeto desenvolve atividades de robótica, programação, modelagem 3D e games, objetivando qualificar o currículo do Período Ampliado com atividades diferenciadas e inovadoras, que modifiquem a prática pedagógica e viabilizem um currículo integral, integrado e em constante movimento.

“Experiências possíveis com uso das tecnologias na educação formal” foi o terceiro trabalho do Arquidiocesano e mostrou a experiência do Colégio Marista Arquidiocesano com o desenvolvimento e a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação no processo educacional formal, por meio de projetos que envolveram o uso diversificado do tablet, tanto na Educação Infantil como no Ensino Fundamental, privilegiando o uso de aplicativos, de Livro Digital e dos ambientes virtuais de aprendizagem.

E, por fim, o último trabalho esteve relacionado à cultura: “O tema cultural como forma de pensar-fazer currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental: entre reais, necessários e possíveis na escola” cujo principal objetivo é pensar o currículo a partir dos resultados (e suas discussões correlatas) de um movimento de um coletivo de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental do Colégio Marista Arquidiocesano, que implica avaliação, análise, pensamento e proposição curricular. Movimento que considera a perspectiva de que algo pode ser feito em relação aos currículos tomados como prontos e acabados. Diante de um cenário considerado limitante, decidimos agir por outras vias, fazer tocas, encontrar uma saída.

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