Recuperação final: um monstro bonzinho e, quase sempre, necessário

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Estamos próximos de começar a ouvir um dos mantras de finais de ano: professor, serei obrigado a fazer recuperação?

Nada melhor do que lembrar às famílias o sentido dessa recuperação nas escolas com projetos educacionais consequentes.

Longe de um castigo, mais longe ainda de milagroso período de estudos intensivos capaz de recuperar todo um ano letivo, a recuperação final, guardadas as vicissitudes impostas pelas disposições legais, pode ser, pedagogicamente, útil. De fato, muitos são os casos em que, equivocadamente, esse curto período é encarado como tábua de salvação.

Quando os Conselhos de Classe fazem a análise final do desempenho escolar de um aluno estarão ultimando um processo contínuo e cuidadoso de acompanhamento que deve avaliar se o analisado reúne condições para acompanhar a etapa seguinte de estudos: são condições específicas a cada educando onde limitações e potencialidades devem ser, minuciosamente, consideradas.

Afora os casos de reprovação e aprovações incontestes, aparece um grupo que, reunindo condições de aprovação, necessita demonstrar disposição e empenho para convencer seus professores da maturidade suficiente para a aprovação.

Em que pese o espaço nebuloso que pode aparecer nessas situações de recuperação que, acima, apontamos, a questão da maturidade, inúmeras vezes, é condição importante para o prosseguimento dos estudos e, portanto, deve ser comprovada.

Dessa forma, é importante que as famílias e a escola aproveitem esse período para trabalharem esse empenho do educando no sentido de valorizar sua própria formação e ser aproveitado como um momento de crescimento.

 

Professor Henrique Vailati Neto é diretor do Colégio FAAP – SP. Formado em História e Pedagogia, com mestrado em Administração. É professor universitário nas disciplinas de Sociologia e Ciência Política. Tem quatro filhos e quatro netos.

 

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