A escola be.Living tem dicas para a família que quer começar o desfralde

A escola be.Living tem dicas para a família que quer começar o desfralde

Colégio be.living

16 Julho 2015 | 09h27

DSC01712A be.Living leva o ritual de retirada das fraldas muito a sério. O processo conhecido na instituição como “Bye Bye Diapers” (Adeus fraldas) começa quando as professoras, em parceria com a família, notam que a criança já está pronta. Essa percepção se dá através de um olhar individualizado para cada aluno, e seus sinais de amadurecimento físico e emocional.

Segundo a assistente de coordenação de Educação Infantil da be.Living, Camila Maia, uma dica importante e muito eficaz para essa fase dar certo é incentivar as crianças a utilizarem o vaso sanitário, convidando-as frequentemente para irem ao banheiro. A educadora reforça que, tanto na escola quanto em casa é importante que as crianças acompanhem os pais, irmãos e os amigos, que já não usam mais fraldas, na ida ao banheiro, e procurar mostrar que elas também já são capazes de fazer o mesmo.

A equipe da be.Living orienta a família que durante esse período a criança passe a usar fraldas de treinamento, parecidas com calcinhas/cuecas, pois as mesmas oferecem a ela maior autonomia na hora de ir ao banheiro, não sendo necessária a troca de fralda a cada tentativa.

Após o período de experimentação, que tem duração diferente para cada criança, chega o grande dia do ritual “Bye Bye Diapers”, quando a criança irá compartilhar com o grupo da be.Living essa importante conquista.

 “O desfralde é um momento marcante no desenvolvimento da criança, porque além de demonstrar seu amadurecimento fisiológico, representa uma grande conquista de sua autonomia e independência em relação ao adulto. Esse êxito contribui para que o processo de construção de sua identidade seja muito positivo, permeado de sentimentos de segurança e autoconfiança”, afirma Camila.

É importante se atentar para a fase, porque caso a criança não esteja preparada e tire a fralda antes do tempo, é provável que ela não consiga controlar suas necessidades fisiológicas com frequência e ocorrer os chamados acidentes, o que pode gerar ansiedade, insegurança e a sensação de que ela não é capaz. O importante, segundo a educadora é que a decisão seja feita sem precipitação e principalmente respeitando o ritmo de cada um.