Mitos e verdades sobre certificação de proficiência em inglês

Nathalia

21 de dezembro de 2018 | 11h43

Com o inglês ganhando cada vez mais espaço e sendo a língua que une os povos, os exames e testes de proficiência no idioma são cada dia mais necessários para o sucesso nos estudos no exterior ou para o mercado de trabalho. Isso se deve ao fato de que os certificados emitidos por instituições internacionais legitimam as habilidades dos candidatos em se comunicar em outras línguas que não a materna. É essa garantia de proficiência no idioma para o entendimento de uma aula, para a comunicação com os colegas, para a leitura de documentos e para a produção de trabalhos, por exemplo, que faculdades, universidades e empresas necessitam e procuram nos candidatos que selecionam.

Atualmente estão disponíveis várias opções de certificações e, por isso, no processo de escolha podem surgir algumas dúvidas e inseguranças a respeito do melhor exame. Além disso, esse ainda é um tema cercado por muitos mitos que precisam ser esclarecidos antes da escolha, para que ela seja a mais assertiva possível. Abaixo listamos algumas das perguntas mais frequentes relacionadas às opções de Cambridge Assessment English:

1.É preciso estar matriculado em um curso de inglês para aplicar a um exame

Mito! Qualquer pessoa que queira obter um certificado de proficiência em inglês pode aplicar aos exames. Não é necessário estar matriculado em um curso de inglês, basta apenas que o candidato tenha conhecimento suficiente para o nível de exame que vai ser testado, independente da maneira que tenha sido aprendido (na escola regular, no instituto de idioma, em aulas online ou presenciais ou ainda autodidata).

Para quem ainda tem dúvida sobre o nível dominado, é possível testar os conhecimentos gratuitamente no site de Cambridge English (http://www.cambridgeenglish.org/br/) antes de decidir para qual exame aplicar. O teste oferecido no portal ajuda na hora de entender quais são as suas habilidades, te orientando de uma forma simples a aplicar para um exame que realmente vá atender as suas necessidades.

2.Os exames de proficiência são caros

Essa é uma questão muito subjetiva. O que é caro pra mim, poder não ser caro para você e aí por diante. Então, esse não é um caso de mito ou verdade, mas sim de entender como funciona. O preço varia conforme o exame desejado e a cidade da aplicação. Em contrapartida, precisamos levar em consideração também a questão do valor que ele agrega a quem o possui. Pense na certificação internacional como um investimento. Afinal de contas, ela confere prestígio, credibilidade e diferencial as pessoas que os tem em seus currículos, aumentando assim as chances de aprovação em processos seletivos de empregos e universidades no exterior e também facilitando muitas vezes a candidatura para vistos e programas de imigração. Para a maioria dos empregadores hoje em dia ter uma certificação no currículo é um quesito extremamente desejável.

3.A escolha do exame depende do objetivo de cada um

Verdade! Existem no mercado várias opções de testes, e não há um exame que seja a melhor escolha para todas as pessoas. Tudo vai depender dos objetivos de quem está realizando o exame e é preciso levar três pontos principais em consideração antes de tudo: qual o seu nível de conhecimento no idioma (para optar por aquele que melhor se adapta para o resultado positivo), qual vai ser a finalidade desse exame (estudar na Inglaterra, por exemplo) e em quanto tempo a aplicação aos processos seletivos internacionais deve acontecer.

Isso porque, é preciso lembrar que cada país/empresa/instituição é diferente e fazem exigências particulares em relação aos exames aceitos e o tempo do resultado. O mais indicado para quem ainda não sabe exatamente para onde quer ir ou quando é escolher certificações que não percam a validade e que tenham as maiores redes de reconhecimento. Isso vai conferir mais flexibilidade e oportunidades múltiplas quando a decisão for feita.

4.Existe uma idade certa para aplicar aos exames

Mito! Qualquer pessoa pode aplicar para exames de proficiência, não importa qual idade tenha ou em qual período escolar esteja. A única diferença, nesse sentido, é o tipo de certificação para qual o aluno vai aplicar. Como foi dito no tópico acima, a escolha do exame depende do objetivo de cada um e a mesma coisa acontece com a faixa etária.

Cambridge English, por exemplo, possui um portfólio de certificações que abrangem todas as idades. Começando pelo conjunto de exames dedicado ao público infantil (Pre A1 Starters, A1 Movers e A2 Flyers) criados para testar o conhecimento de forma lúdica e incentivar o desenvolvimento dos alunos. E nesse caso, não há aprovação ou reprovação.

Já o público jovem tem a opção de prestar os exames ‘General English’ e ‘For Schools’ do A2 Key, B1 Preliminary e B2 First. Trata-se de exames de básico a intermediário superior para avaliar as habilidades em língua inglesa para atividades do dia a dia, sendo que a versão ‘For Schools’ diferencia-se por apresentar temas e vocabulário próprios da vivência dos candidatos em idade escolar.

Já os candidatos com nível mais avançado podem se inscrever para as certificações C1 Advanced ou C2 Proficiency, adequadas para quem precisa comprovar conhecimentos avançados do idioma, seja para oportunidades de trabalho, estudo ou obtenção de vistos e programas de imigração.

5.As provas são muito difíceis

Mito! As provas são baseadas no Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR), padrão internacional de habilidades que confere condições de igualdade para pessoas de todo o mundo. Se o candidato domina certo nível de inglês e está preparado para o exame escolhido, o sucesso é garantido.

É recomendado que o candidato faça uma escolha compatível com o seu nível de conhecimento no idioma, se preparando e familiarizando com a prova antes do dia do exame. Isso pode ser feito por meio do estudo de exames anteriores, simulados ou até mesmo ao adotar o uso de ferramentas digitais construídas de forma alinhada ao CEFR. Ou seja, para quem se aplicou aos estudos e focou no objetivo, a prova é compatível com o conhecimento adquirido.