A certificação de proficiência em inglês para docentes na educação bilíngue: qual sua função e necessidade dentro do contexto?

Cambridge Assessment English

29 de abril de 2021 | 15h41

No material do mês passado falamos a respeito de recursos que os docentes podem usar para se adaptar ao ambiente cada vez mais conectado que é a sala de aula, seja ela online ou presencial. Você pode conferir o material na íntegra aqui.

Dessa vez vamos falar a respeito de certificação de proficiência em inglês para professores que lecionam em escola bilíngue e a sua necessidade/importância dentro do contexto educacional. Essa certificação é uma maneira isenta e segura de comprovar o domínio no idioma por parte do candidato ou professor. Quando passamos isso para o dia a dia e a rotina de um docente que leciona em uma escolha bilíngue, o documento comprova que o profissional tem o domínio de uma série de competências que são mapeadas e guiadas por parâmetros internacionais do Quadro Comum Europeu de Referências para Línguas (CEFR).

É importante também destacar que a certificação, muito mais que só um documento de comprovação, atua conferindo autoconfiança ao profissional. Quando o professor já tem essa certificação, os benefícios profissional, emocional e pessoal vêm todos juntos, melhorando ainda mais o currículo.

Outro ponto chave é pensar que isso é essencial para a instituição estabelecer bases mínimas de competências linguísticas, pois em geral, os colégios têm diretrizes internas de base para atender, como as regulamentadas pelo MEC – onde, nesse caso,  o nível B2 é exigido. Para os que procuram escolhas bilíngues para seus filhos, a certificação também é uma forma de assegurar aos pais que seus filhos estão aprendendo com profissionais qualificados e capacitados.

Uma pergunta frequente nesse âmbito do domínio do idioma é se a proficiência sem comprovação já não basta para que o profissional se mostre realmente habilitado. Em alguns casos ela pode bastar sim, mas em geral a certificação ajuda a dar a oportunidade mais justa e equivalente para todos os docentes. Além, é claro, de ela de fato provar o nível de domínio do professor para a instituição. Ou seja, em todos os casos é indicado que haja a certificação.

A certificação, independente da instituição emissora, é um indicador claro de que o profissional conseguiu atingir um mínimo satisfatório para a função que ele vai desenvolver. Sendo assim, ela é sim uma métrica prática, válida e confiável para ser utilizada pela instituição. As diretrizes do Conselho Nacional de Educação estipulam um nível mínimo B2 para que os docentes lecionem em colégios bilíngues. Quando falamos de exames de Cambridge English, o B2 First seria a opção mais adequada. Porém o C1 Advanced, pelo menos (ou no mínimo), pode ser mais relevante caso o professor precise preparar alunos para um nível B2 do CEFR.

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