São Paulo vai ter app de celular para aulas a distância nas escolas públicas

‘Estado’ teve acesso à ferramenta, que deve ser lançada amanhã, e terá inicialmente aulões do Enem e de youtuber. Professores poderão usá-la para interagir com os 3,5 milhões de alunos da rede a partir do dia 20

Renata Cafardo

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O governo de São Paulo vai lançar amanhã um aplicativo de celular para aulas on line, que será usado durante o fechamento das escolas por causa da pandemia do novo coronavírus. O Estado teve acesso ao app, que vai se chamar Centro de Mídias São Paulo (CMSP), e terá tanto formação para professores quanto aulas e provas remotas para os estudantes que estão em casa.

O app vai começar em fase de teste, com grandes aulas de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), matemática para alunos do fundamental 2 e um vídeo com um professor youtuber. Haverá também formação para os docentes sobre fake news e cultura maker.

Segundo o Estado apurou, São Paulo deve ter ainda uma parceria com operadoras de celular para que os dados usados pelos alunos não sejam cobrados.

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As aulas para os 3,5 milhões de alunos da rede estadual, por meio de chat, começarão depois do dia 20 de abril. Isso porque até lá o Estado decretou férias aos professores. O app será fechado a estudantes e profissionais da rede, que entrarão na ferramenta por meio de senha.

O chat deve ser acionado pelo professor, com câmera, e ele vai também controlar o momento em que cada aluno poderá falar durante a aula. A ferramenta inclui um controle para impedir palavrões em mensagens escritas. Haverá ainda a possibilidade de fazer avaliações e quiz para os estudantes. O aplicativo pode ser baixado também em computador.

São Paulo é um dos primeiros a finalizar uma plataforma para educação a distância durante a pandemia. A modalidade está muito mais adiantada em escolas particulares. Como mostra pesquisa do Instituto Península, mais de 60% Professores das instituições privadas dizem que seu papel nesse momento é interagir com alunos, enquanto uma minoria dos que dão aulas nas públicas pensam da mesma maneira.

São Paulo fará também uma parceria com o Amazonas, que já tem um centro de mídias desde 2007, para oferecer aulas ao vivo elaborados pelo Estado. O atual secretário de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, foi o titular da pasta no Amazonas e estimulou projetos voltados para ensino a distância no Estado, que tem muitas crianças vivendo fora das cidades. O projeto em São Paulo estava em desenvolvimento e foi adiantado por causa da pandemia do coronavírus.

 

 

O governo de São Paulo vai lançar amanhã um aplicativo de celular para aulas on line, que será usado durante o fechamento das escolas por causa da pandemia do novo coronavírus. O Estado teve acesso ao app, que vai se chamar Centro de Mídias São Paulo (CMSP), e terá tanto formação para professores quanto aulas e provas remotas para os estudantes que estão em casa.

O app vai começar em fase de teste, com grandes aulas de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), matemática para alunos do fundamental 2 e um vídeo com um professor youtuber. Haverá também formação para os docentes sobre fake news e cultura maker.

Segundo o Estado apurou, São Paulo deve ter ainda uma parceria com operadoras de celular para que os dados usados pelos alunos não sejam cobrados.

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As aulas para os 3,5 milhões de alunos da rede estadual, por meio de chat, começarão depois do dia 20 de abril. Isso porque até lá o Estado decretou férias aos professores. O app será fechado a estudantes e profissionais da rede, que entrarão na ferramenta por meio de senha.

O chat deve ser acionado pelo professor, com câmera, e ele vai também controlar o momento em que cada aluno poderá falar durante a aula. A ferramenta inclui um controle para impedir palavrões em mensagens escritas. Haverá ainda a possibilidade de fazer avaliações e quiz para os estudantes. O aplicativo pode ser baixado também em computador.

São Paulo é um dos primeiros a finalizar uma plataforma para educação a distância durante a pandemia. A modalidade está muito mais adiantada em escolas particulares. Como mostra pesquisa do Instituto Península, mais de 60% Professores das instituições privadas dizem que seu papel nesse momento é interagir com alunos, enquanto uma minoria dos que dão aulas nas públicas pensam da mesma maneira.

São Paulo fará também uma parceria com o Amazonas, que já tem um centro de mídias desde 2007, para oferecer aulas ao vivo elaborados pelo Estado. O atual secretário de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, foi o titular da pasta no Amazonas e estimulou projetos voltados para ensino a distância no Estado, que tem muitas crianças vivendo fora das cidades. O projeto em São Paulo estava em desenvolvimento e foi adiantado por causa da pandemia do coronavírus.

 

 

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