Uma conquista recheada de saudade

Uma conquista recheada de saudade

Escola Santi

02 Março 2016 | 08h46

Ex-alunos da Santi comemoram a entrada na faculdade, contam sobre as primeiras impressões e sobre as marcas da Santi nessa trajetória

Em tempos em que a definição de sucesso está sendo questionada e que fazer escolhas é um desafio cada vez mais complexo, mantemos a certeza de que o que acontece dos 0 aos 14 anos é determinante para os anos futuros. É nessa etapa da vida que se desenvolvem os valores, a segurança, as relações, conhecimentos e habilidades que se levam pela vida inteira e que hoje são tão demandados e colocados em cheque na vida adulta. Como disse o futuro engenheiro Lucas Sckaier, “Não se forma uma pessoa apenas nos 3 anos do Ensino Médio”.

É com essa idade, aos 14, que os alunos da Santi voam para outras instituições e depois voltam para contar sobre seus desafios e conquistas.

Os alunos que concluíram o 9º ano em 2012 prestaram vestibular no final do ano passado e entraram em faculdades, das mais conceituadas do Brasil – USP, Mackenzie, Cásper, ESPM, Mauá, para citar algumas – e até mesmo em Universidades nos Estados Unidos. Leia aqui os depoimentos de alguns deles que, ao falar sobre suas impressões, sensações e o impacto que a Santi exerceu em suas vidas, demonstram aquela saudade boa dos tempos de escola:

Ex-alunos 2

Maíra Romero Machado – Engenharia mecatrônica na USP

Entrar na faculdade é algo que dá muito trabalho, é preciso se dedicar e eu consegui, então estou muito feliz. A Santi formou toda a base da minha vida, minhas amizades, meus valores éticos e morais. Foi lá que aprendi a ter vontade de estudar, vontade de aprender e o quanto a educação é importante e melhora a nossa vida. Foi na Santi que desenvolvi minha base crítica, filosófica e política, e aprendi a não aceitar o mundo como ele é, a pensar criticamente sobre tudo e fazer o que for possível para mudar. Nós já temos esse poder mesmo enquanto crianças. Eu estudei na Santi desde os dois anos, ela fez parte de quase toda a minha formação até agora e influenciou todas as minhas escolhas durante a vida, não só para escolher o que queria fazer no vestibular. Por isso até hoje sou apaixonada pela Santi.

Victor Youssef Sofia – Engenharia aeroespacial na Universidade Federal do ABC

Fiquei feliz quando vi meu nome na lista. É bom saber que a gente se esforça bastante e vale a pena. A Santi é uma escola que foi um grande diferencial porque oferece um foco mais individualizado nos alunos, tem um cuidado especial com cada um e um contato mais próximo com os professores, o que oferece um grande crescimento pessoal. O contato com essa geração já formada, que tem uma visão diferente das coisas, nos ajuda a formar a nossa própria visão de mundo e a forma como tomamos decisões. Vou fazer engenharia, mas também tenho uma grande vontade de ser professor. Esse desejo veio do contato com os professores da Santi. Eu espero poder passar para outras pessoas, um dia, tudo o que eles passaram para mim.

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Julia Pires – Publicidade na ESPM

A primeira certeza que tive ao pensar sobre meu futuro foi que eu queria trabalhar na área de comunicação. Me interesso muito em analisar as propagandas e sempre pensei no quanto é tudo pensado, cada cor, cada detalhe para chamar atenção de um publico alvo.

Quando fui conhecer a ESPM me encantei pelo curso e pela faculdade. Não sei nem descrever o que senti quando vi que tinha sido aprovada. Foi uma mistura de risos com choro, até tremi. Fiquei muito feliz, porque era exatamente o que eu queria. Na hora, pulei e liguei para os meus pais e amigas.Eu estou muito animada com esse novo começo! Já estou encantada com as aulas e com alguns projetos que vamos fazer no primeiro semestre.

Na Escola Santi eu aprendi muito. Além de toda a parte mais acadêmica, desenvolvi toda a parte humana, de como me relacionar e os valores que eu tenho hoje. Fiz amizades que eu tenho até hoje e sei que vão durar, acho que foi lá que eu aprendi e por isso dou tanto valor pra amizade. E não só a nossa turma, acho que a união é uma constante nas turmas que se formam lá.

Lucas Saad Sckaier – Engenharia de produção na Universidade Mackenzie

Entrar na faculdade é bem interessante porque é uma vivência que eu ainda não tive, algo novo, uma nova oportunidade. Estou bem empolgado. Se pudesse dar uma dica para os alunos da Santi, digo para eles não ficarem completamente preocupados com o vestibular, porque as coisas fluem naturalmente. A Santi influenciou toda a minha formação, me tornou quem eu sou e deu a base de todo o conhecimento que eu apliquei agora no vestibular. Não se forma uma pessoa apenas nos últimos 3 anos do Ensino Médio.

Ex alunos

Arthur Dimitrov Lobão – Administração na USP e economia na Purdue University, nos Estados Unidos

Começar algo novo dá sempre um medo, um frio na barriga. Senti bastante isso quando mudei da Escola Santi e fui para o Colégio Bandeirantes. Nestes períodos de mudanças você reavalia um pouco as suas escolhas e o que é importante para você.

A Santi me proporcionou uma educação muito diferente do que se eu tivesse estado numa escola tradicional. Tínhamos salas com turmas pequenas, aulas voltadas para debates e discussões e não apenas listas de exercícios. A forma como eu lido com as pessoas hoje, com que eu me relaciono, com que eu tomo decisões, foi toda formada lá. Aprendi não só como as coisas funcionam, mas como elas se encaixam com o resto de nossa percepção do universo.

Matheus Saad Sckaier – Engenharia de computação na Mauá

Toda essa história de faculdade ainda é algo muito nova, só tive a primeira semana de aula. Fiquei muito feliz quando eu vi meu nome na lista e descobri que havia passado.

Posso dizer que, com certeza, a Santi teve uma influência muito grande em mim e na minha formação pessoal. Eu me formei como pessoa lá. Aprendi a pensar, pesquisar e chegar às minhas próprias opiniões, e levei essa formação para toda a vida. O que aprendi na Santi foi a base para todas as minhas conquistas, não apenas ir bem no Ensino Médio ou passar no vestibular, mas para tudo o que eu faço.  

Ex-alunos 3

Mariana Goldoni Moreira – Relações públicas na Faculdade Cásper Líbero

Estou gostando bastante. Eu sempre estive bem tranquila, mesmo na época em que estava prestando os vestibulares não fiquei pressionada, então deu tudo certo. Mas é uma grande conquista porque o vestibular é bastante concorrido, então eu fiquei bem feliz quando vi meu nome lá na lista.

Os amigos que eu tenho hoje que mais me apoiam, são os que fiz na época da Santi, e esse apoio ajuda bastante. Os professores que tive lá sempre apoiaram muito a gente e por isso aprendi muito. O jeito como eles dão as aulas, sempre diferente, ouvindo a gente, fazendo a gente pensar, me marcou muito.

Pedro Henrique Ciorlia Nascimento – Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero

É um alívio muito grande. Ir para uma escola que é só focada no vestibular te faz ficar três anos só pensando nisso. Me esforcei muito, passar no curso que eu gosto, que eu queria, é um sentimento muito bom.

Eu estudei na Santi desde o que era a 1ª serie até o 9º ano então a minha base, principalmente humanística, de saber me relacionar e lidar com as pessoas, foi toda formada lá. Crescer no ambiente que a Santi proporciona foi fundamental para a minha vida. O que mais me marcou foram os professores, não apenas pela qualidade, mas também pela proximidade. Por serem salas pequenas e todos estudando muito tempo juntos, ficou uma turma muito unida, todos na escola se conhecem bem. A Santi é uma escola com um ambiente feliz, e nem todas as escolas são assim.