Um projeto lúdico para estimular leitura e escrita

Um projeto lúdico para estimular leitura e escrita

COLÉGIO SANTA MARIA

19 de julho de 2021 | 07h00

Tudo começou durante uma live, com uma fada surgindo para mobilizar a plateia formada por alunos do 3º ano do Ensino Fundamental do Colégio Santa Maria. Vinda do “Reino da Escritolândia”, ela pede a ajuda de todos para descobrir o responsável pelo desaparecimento do livro dourado. A partir daí, uma série de desafios é proposta aos alunos, que vão se envolvendo cada vez mais e, sem perceber, estão estudando a história da escrita de forma lúdica. Os trabalhos vão prosseguir durante todo o ano em clima de brincadeira com o propósito de chegar à elaboração de textos.

O primeiro desafio proposto é deixado pela fada em uma placa com escrita cuneiforme, levando-os à pesquisa sobre escritas antigas, como forma de desvendar a palavra que daria acesso às câmeras da biblioteca do reino. Compartilhando descobertas obtidas na internet, os estudantes rapidamente descobrem a tal palavra. Ao analisarem as imagens, é possível observar as ações de um suspeito e obter pistas a seu respeito, para então representá-lo nas aulas de Arte por meio de desenhos que serão depositados no baú das correspondências destinadas ao “Reino da Escritolândia”.

Eis que surge um novo personagem na live: o repórter do reino, provocando desconfiança a respeito de sua identidade. Seria ele o vilão disfarçado de jornalista para colher informações sobre o andamento das investigações?

Na etapa seguinte, o verdadeiro vilão entra nas aulas deixando uma xarada e desaparece de forma mágica! Mais uma vez, os alunos vão precisar levantar hipóteses e “matar a xarada”, que vai desafiá-los no raciocínio. Com a descoberta da resposta, as crianças estarão perto de solucionar o mistério do desaparecimento do livro. Novos desafios serão colocados, desta vez trabalhando com habilidades ortográficas e matemáticas das crianças, gerando interesse e curiosidade para novas investigações.

O projeto tem seu desfecho na esperada “Batalha Final”, por meio do RPG (Role Playing Games), que quer dizer “jogos de interpretação de papéis”, onde os alunos precisam escolher um personagem, descrevê-lo por meio da escrita, criar adereços e fantasias para vivenciá-lo nas aulas presenciais.

Quantas habilidades desenvolvidas!

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.