Participar e representar

Participar e representar

COLÉGIO SANTA MARIA

14 Junho 2018 | 09h21

Autoria: Maíra Bedran

Compreender como se dá o processo eleitoral, as funções que devem ser desempenhadas por cada um dos representantes que serão escolhidos pela população em 2018, conhecer um pouco das ideias e da história dos candidatos são questões que devem fazer parte do dia a dia das pessoas. O assunto torna-se mais frequente conforme as eleições se aproximam. Nas salas de aula não é diferente, mas como trazer o significado desse momento para as crianças? No Colégio Santa Maria, os alunos do 2º ano do Fundamental, iniciam suas descobertas através da experiência de escolher os representantes da turma.

A partir de assembleias realizadas em classe sob a mediação da professora, todos podem colocar suas opiniões, críticas e sugestões a respeito de assuntos relacionados à convivência, à organização das brincadeiras em diferentes espaços e às atividades em grupo, na busca de alternativas e soluções para situações em que há algum tipo de discordância ou impasse. Assim, as propostas de mudanças e decisões podem ser debatidas de forma democrática, chegando a um consenso. Dentro desta perspectiva de participação, surgem aqueles que se destacam por trazer ideias que podem melhorar a qualidade das relações e da aprendizagem.

Para escolher um representante, temos que pensar muito bem, pois ele representa a sala toda e precisa ser o exemplo. Um bom representante deve pensar no grupo, ser dedicado, educado e falar bem“, disse a aluna Luísa Bertozzi Romualdo.

Para a Gabriela Campos Silva, “o representante de classe é importante para ajudar a resolver os problemas que não conseguimos resolver sozinhos. Ele ajuda a pensar no bem de todos.”

Assim, inicia-se um processo de escolha de representantes da classe. Após a discussão sobre as características que um líder deve ter e, diante da demonstração de algumas propostas dos “candidatos”, chega o momento da eleição, com voto secreto depositado em “urna” e contagem dos votos com a participação de todos. É importante que haja o entendimento de que vence quem é escolhido pela maioria e que este não vai mandar em todos ou tomar as decisões sozinho. Para isso, também serão escolhidas duas crianças que terão o trabalho de trazer as propostas do grupo para o debate, além de ajudar a verificar se o líder está exercendo a sua função. A etapa seguinte é relacionar essas vivências com as eleições deste ano.

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