Matemática sem lápis e papel

Matemática sem lápis e papel

Colégio Santa Maria

30 Agosto 2018 | 07h30

Aprender tabuada na aula de Educação Física? Isso mesmo! O professor entra na quadra do Santa Maria com vários bambolês, seguido pelos seus alunos do 2º ano. Na parte inicial da aula do dia, a proposta é que em cada bambolê “entrem” dois alunos. Em dois bambolês teremos 4 crianças. E em cinco? E em dez? Observando suas posições na quadra, os alunos identificam a tabuada do 2. Em seguida, para cada bambolê temos 3 crianças. Novamente, utilizando o próprio corpo, é possível construir a representação da multiplicação. O desafio seguinte é formar “cinco vezes quatro” e “quatro vezes três”. Para isso, quantos bambolês são necessários? Quantas crianças?

Na classe, a aula é de Matemática. A atividade é realizada em pequenos grupos. Cada aluno recebe um fio e um pote com contas de duas cores diferentes. O desafio é colocar três contas de uma mesma cor e em seguida, mais três de uma cor diferente até utilizar 30 contas. Com o barbante pronto, o que temos? A tabuada do 3.

“Eu achei mais fácil usar as contas e o barbante porque eu contei os grupos de bolinhas coloridas e separei. Depois fui somando de 3 em 3”, diz o aluno Victor Schiavo, do 2º ano F.

Assim, antes de usar o lápis e o papel, os alunos vivem experiências que trazem o significado da tabuada. Ainda com os fios de contas, foi feita a representação da tabuada do 5. O material serve também para comparar quantidades. Colocando lado a lado os fios com 30 e 50 contas, é possível observar quantas contas um fio tem “a mais” que o outro.