Inserção social e ecoestudantil

Inserção social e ecoestudantil

Colégio Santa Maria

12 Março 2018 | 09h13

Autoria: Caroline Mieko Agata Moreira e Pedro Moisés de Carvalho

O Colégio Santa Maria, que em 2018 celebra seus 70 anos de existência, se converteu, ao longo do tempo, em um polo de cultura, intelectualidade e sensibilidade social. Muitas gerações cresceram iluminadas pela fé no presente e pela esperança no futuro, percorrendo seus corredores, apreciando seus jardins ou construindo o conhecimento na interação com professores e professoras que deixaram ou seguem deixando por aqui a sua marca.

Na memória dos que um dia fizeram parte dessa história, existem muitas recordações. As atividades voluntárias de Inserção Social e a participação no EcoEstudantil deixaram muitas saudades. O tempo passou, mas o sonho de um dia poder viver em um mundo mais humano e fraterno permaneceu vivo.

Na busca por esse sonho, tais projetos miram a formação de um indivíduo coletivo, que interage e age com todas as esferas do conhecimento. Não há mais como desenvolver a intelectualidade, sem que tal desenvolvimento não esteja intimamente ligado ao despertar de uma sensibilidade, para a manutenção e preservação da vida micro e macro.

Todos os anos, novos voluntários se inscrevem para converter esse sonho em realidade. Eles participam de oficinas onde aprendem a construir aquecedor solar de baixo custo, assim como em oficina para reciclagem do óleo de cozinha. Realizam saídas semanais para visitar e conviver com a diversidade e a riqueza existente no fato de sermos humanos.

Nossos corações estão aquecidos pela alegria que sentimos ao ver a empolgação provocada com a proximidade do início das atividades no presente ano. Não vemos a hora de poder recomeçar. Afinal, essa história está longe de chegar ao fim.

“Não devemos temer a utopia. Gosto de repetir muitas vezes que sonharmos sozinhos nos limita ao sonho. Quando sonhamos em grupo, alcançamos imediatamente a realidade. A utopia compartilhada com milhares é o esteio da História”. (Dom Helder Câmara)