Curiosidade científica

Curiosidade científica

Colégio Santa Maria

29 Julho 2015 | 07h00

Experimentos na Educação Infantil contam com interesse dos alunos quando envolvem situações reais

Trabalhar alguns conceitos pode até parecer difícil na Educação Infantil, mas quando a criança é envolvida em experiências reais, nas quais elas podem ser protagonistas e não simples espectadores, desperta-se a curiosidade científica, o levantamento de hipóteses e a busca por informações.

Uma das experiências realizadas para o trabalho com o espectro das cores e a refração da luz foram as bolhas de sabão. Ao se observar de perto uma bolha de sabão, é possível perceber em sua superfície uma variedade de cores “dançando” na bolha.

 

“Como já havíamos estudado o arco-íris, fazer a relação entre sua formação e as cores da bolha de sabão não foi um passo muito grande”, lembra a professora Rosana Mendes Pereira. Ao questionar as crianças se lembravam das explicações e descobertas realizadas no outro estudo, imediatamente começaram a relacionar os fatos e concluir que o processo era muito parecido, só que, ao invés do espectro de refletir no ar, as cores eram refletidas na própria bolha, pois esta era formada por água e, ao entrar em contato com a luz solar, as cores do espectro se formavam em sua superfície.

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Além de fazer as bolhas de sabão com canudos e com argolas e as observar no ar, também as fizeram em superfícies planas, na sombra, no sol, sobre superfícies de vidro para serem observadas com lanternas e lupa e  sobre o retroprojetor, para que com a luz forte refletida, se pudesse ter uma visão ampliada.

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Desta forma, as crianças não só observaram uma experiência sendo realizada pelo professor, mas atuaram plenamente, tanto de forma física como intelectual, realizando, pesquisando, levantando hipóteses, fazendo questionamentos, buscando respostas…

“Cabe ao professor oferecer oportunidades e situações didáticas, fazer questionamentos pertinentes e que auxiliem no caminho na descoberta, oferecer materiais e oportunidades para as descobertas e, é claro, ouvir o que seus alunos têm a dizer”, finaliza Rosana.