Certificação internacional dentro da escola: aumentando o nível de proficiência dos alunos

Certificação internacional dentro da escola: aumentando o nível de proficiência dos alunos

Colégio Santa Maria

29 Julho 2016 | 07h30

Autoria: Maurício de Albuquerque Leite

 

O ensino de língua estrangeira dentro das escolas particulares de ensino regular vem se reformulando para atender um público cada vez mais exigente. A ideia principal é oferecer às famílias um serviço competitivo e eficaz, para que não haja a necessidade de pagar por aulas em escolas de idiomas.

Para isso, essas instituições de ensino vêm buscando oferecer certificados de proficiência de universidades e organizações de renome internacional. Tais exames de proficiência avaliam os alunos em diferentes habilidades, incluindo a compreensão de leitura, o conhecimento gramatical e a compreensão auditiva. Tudo isso em diferentes níveis, adequando-se ao conhecimento do aluno e oferecendo-lhe o desafio necessário para seu desenvolvimento.

Esses certificados promovem uma padronização nos níveis de proficiência. Dentro de critérios rígidos de competência linguística, são evidências incontestáveis de que o portador do documento será capaz de acompanhar uma aula expositiva ministrada dentro de um determinado curso universitário, ou terá repertório suficiente para apresentar um longo seminário técnico sobre um assunto extremamente específico.

Exames de proficiência como os oferecidos pela renomada Universidade de Cambridge, o TOEFL (Test of Engish as a Foreign Language)  para alunos interessados em fazer intercâmbio nos Estados Unidos, o Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira (DELE), entre outros, são utilizados como uma chancela para as escolas que almejam atrair o interesse do público.

No entanto, o processo de certificação internacional não é fácil. O nível de exigência estabelecido pelas instituições envolvidas mexe com as bases das escolas que os oferecem. Para que os alunos possam atingir o nível de conhecimento exigido nesses exames, é necessário que o curso dentro das escolas seja compatível.  Há a necessidade de preparação contínua, exigindo uma carga horária ampla, adoção de material didático específico e treinamento da equipe de professores. Profissionais experientes, salas de aula adequadas, grupos de alunos com tamanho reduzido e planejamento estratégico são elementos chave para que o investimento – bastante alto, é importante salientar – traga os resultados esperados.

A preocupação com a preparação para o mundo profissional também contribui para o aumento da procura por parte das famílias. “O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, e a fluência em uma língua estrangeira facilita o acesso às melhores vagas de emprego, oferecidas por empresas multinacionais”, afirma Elizabeth Jakomulsky, mãe de aluna do Ensino Médio do Colégio Santa Maria. “Baseada em minha experiência pessoal, sei que minha filha terá uma formação mais competitiva com um certificado internacional de proficiência em Inglês”, conclui Elizabeth.

Os investimentos do governo brasileiro em convênios com universidades estrangeiras também atraem os olhares dos alunos do Ensino Médio. Muitos deles enxergam nesta certificação a chance de pleitear algumas dessas vagas.

Em um mercado altamente competitivo, as escolas estão buscando oferecer serviços cada vez mais diferenciados. Como consequência, O ensino de idiomas está sendo revolucionado pela busca por aperfeiçoamento, para atingir níveis internacionais de excelência. Este certamente é um caminho árduo, mas com resultados excelentes.

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