Água e óleo: mistura que não combina!

Água e óleo: mistura que não combina!

Colégio Santa Maria

10 Abril 2017 | 09h20

Autoria: Caroline Mieko Agata Moreira

Aproveitando o chamado feito pela Campanha da Fraternidade quanto aos Biomas, tema atrelado à verticalidade de Ciências e ao projeto Ecoestudantil, os alunos do 7º ano do Santa Maria discutiram e trabalharam os diferentes impactos provocados pelo homem junto aos diferentes biomas brasileiros, refletindo também sobre o custo ambiental de nossas escolhas e de nossas ações.

Como proposta para o Dia Mundial da Água, foi escolhida a ação contaminante dos óleos sobre os recursos hídricos, com o enfoque na importância da redução do consumo de petróleo (altamente poluente, em toda a sua cadeia produtiva) e do óleo de cozinha despejado na pia (que ao ser descartado de maneira incorreta possui imensa capacidade poluente).

A intenção desse trabalho era contrapor a nossa capacidade de ação frente a um problema global, que além da atitude individual envolve a questão política e econômica, com um problema local, que pode ser verificado diariamente em nossa conduta e que depende única e exclusivamente de nossa vontade de fazer diferente.  Das discussões, nasceram duas possibilidades de ações individuais para o óleo deixar de ser um poluente: o descarte em locais adequados (coletores) e a reciclagem, transformando-o em sabão. Para essa última, nossos alunos guardaram o óleo de cozinha usado e o trouxeram para a escola, quando numa aula laboratorial realizaram a transformação química do óleo, promovendo a sua reciclagem.

O resultado que surgiu foi para além do sabão produzido, mas a percepção de que podemos, mesmo que individualmente, contribuir de forma eficaz para um ambiente mais saudável. É como diz o lema da campanha da fraternidade  “Cultivar e guardar a criação”. Foi assim que nos sentimos ao final de tudo!

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