A ponte que nos une

A ponte que nos une

COLÉGIO SANTA MARIA

17 Fevereiro 2017 | 07h30

Autoria: Adriana Pereira da Silva Baptista de Freitas

 

O ano de 2017 se iniciou de maneira inspiradora para a 3ª série do Ensino Médio do Colégio Santa Maria, costumeiramente marcado por ansiedades, preocupações, expectativas, dúvidas. Mas, desta vez, foi diferente.

 

Parte da equipe de professores da série precedente foi quem recebeu os alunos e alunas no primeiro dia de aula. Nesse ritual de passagem foi apresentado um vídeo, com imagens significativas de diferentes momentos no decorrer do ano passado, com ênfase no projeto da série: “Eu sou todo mundo”. Cenas de dinâmicas de integração, dança circular, produções artísticas, palestras, filme, que coroaram o final de 2016 com reflexões sobre situações cotidianas (mas não naturalizadas) de violência, multifacetadas em machismos, racismos, misoginias, preconceitos diversos.

 

Esse grupo de estudantes que hoje recebemos não são os mesmos que começaram o Ensino Médio. Ao tocar na ferida, se reinventou, amadureceu, cresceu e está preparado para enfrentar as vicissitudes da vida adulta e os desafios e cobranças do “pós Santa”.

 

Ao final desse ritual, não havia quem não tivesse se emocionado; notava-se um brilho diferente em cada olhar, que revelava a confiança de quem está pronto pra encarar o que muitos consideravam quase impossível: a rotina de estudos, a intensidade das aulas, as agruras dos exames externos… E nada melhor do que encerrar esse breve texto com um excerto da música usada no referido vídeo de retrospectiva da 2ª série do EM 2016:

 

“(…) Mas como é que faz pra sair da ilha?

Pela ponte, pela ponte

A ponte não é de concreto, não é de ferro

Não é de cimento

A ponte é ate onde vai o meu pensamento

A ponte não é para ir nem pra voltar

A ponte é somente pra atravessar

Caminhar sobre as águas desse momento”.

(Lenine/Lula Queiroga)

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